NOVA YORK – Cinco pessoas ficaram feridas num ataque considerado anit-semita neste sábado (28) durante uma celebração celebração de Hanukkah na casa de um rabino em Monsey, Nova York.
O suspeito foi encontrado com “sangue por toda parte”, disse uma fonte da polícia à CNN. Ele já está preso.
Grafton Thomas estava dirigindo um Nissan Sentra atravessando a ponte George Washington para a cidade de Nova York quando a placa do carro foi capturada por um leitor de placas por volta das 23h45, do sábado (28), disseram as autoridades.
Monsey é um vilarejo em Ramapo, uma cidade a 40 milhas ao norte de Nova York.
Thomas é de Greenwood Lake, a cerca de 40 minutos de carro a noroeste de Monsey. Ele foi autuado no domingo (29) e vai responder à cinco acusações de tentativa de assassinato e uma de roubo em primeiro grau, disse o chefe da polícia de Ramapo, Brad Weidel.
Vestindo um macacão branco, Thomas foi levado ao tribunal algemado. Ele manteve os olhos no chão e não disse nada audível durante o processo, falando apenas com seu advogado. Um grupo de judeus ortodoxos assistiu à audiência da galeria.
Thomas se declarou inocente de todas as acusações. Ele deve retornar à corte na próxima sexta-feira (02).
Durante discussões sobre a fiança, o promotor sênior do Condado de Rockland, Michael Dugandzic, disse que Thomas não tinha vínculos com a comunidade. O promotor também disse que uma das vítimas tem uma fratura no crânio e que quando a polícia parou Thomas, ele tinha sangue nas roupas e cheirava fortemente a água sanitária.
A defensora pública Kristine Ciganek argumentou que seu cliente não tinha antecedentes criminais e morava com sua mãe. Ele foi preso duas vezes, disse ela (Dugandzic disse que o réu havia sido preso no início do ano por ameaças imprudentes. Não ficou claro o resultado dessas acusações.)
O juiz Rhoda Schoenberger fixou a fiança em US $ 5 milhões e disse que, se for libertado, Thomas deve perder acesso às armas de fogo que possui e ficar longe das supostas vítimas e da casa do rabino em Monsey.
O governador do estado, Andrew Cuomo, chamou o atentado de terrorismo doméstico. “São pessoas que querem criar medo, gerar pânico. Essa é a definição de terrorismo”, disse em coletiva de imprensa na tarde deste domingo.
FILHO DO RABINO ENTRE AS VÍTIMAS
Casa do rabino onde aconteceu o ataque terrorista deste sábado.
Cinco pessoas foram levadas para hospitais perto da casa do rabino depois que o suspeito entrou na celebração do Hanukkah no subúrbio de Nova York e começou a esfaquear os convidados.
As vítimas eram judeus hassídicos, disse o Conselho Ortodoxo de Assuntos Públicos Judaicos da região do Vale do Hudson em um tweet. Duas pessoas estão em estado crítico, segundo informações apuradas pela CNN com o co-fundador do conselho, Yossi Gestetner.
Uma das vítimas era filho do rabino Chaim Rottenberg, e morava na casa onde tudo aconteceu. Uma outra vítima sofreu ferimentos na cabeça e está em condições graves, disse o governador Andrew Cuomo. O filho do rabino está se recuperando, disse ele.
O criminoso sacou uma faca “quase como uma vassoura”, disse Aron Kohn, que participou da celebração do Hanukkah.
Havia pelo menos 100 pessoas na casa no momento do incidente, enquanto o rabino estava “acendendo a vela” na sétima noite do Hanukkah, disse Kohn.
O suspeito teria um outro alvo, uma sinagoga próxima, mas alguém fechou as portas.
O Condado de Rockland – onde ocorreu a facada – tem a maior população judaica per capita de qualquer município dos EUA, de acordo com o estado de Nova York. Cerca de 90.000 residentes, quase um terço da população do condado, são judeus, disse Weidel.
Aconteceu em Miami, na Flórida: Patrícia Ripley, de 47 anos, matou o filho, Alejandro Ripley, de nove anos. O garoto que é verbalmente incapaz, foi empurrado em um lago na região de Kendall. Na última quinta-feira (21), Patrícia teria inventado uma história para a polícia de que o menino teria sido sequestrado.
Durante a investigação, os policiais interrogaram ela e o pai, Aldo Ripley. E foi com a ajuda da população que os investigadores conseguiram chegar até a mãe. Uma pessoa entregou imagens que mostram Patrícia e Alejandro passeando a beira do lago e logo depois ela acaba jogando o garoto.
O homem que acompanhou tudo pelas câmeras de segurança teve tempo de ir ajudar a retirar o garoto da água. Secou o menino e o entregou à mãe. Uma hora e 20 depois desse primeiro episódio, ela jogou o Alejandro num outro lago onde ele foi resgato já morto.
Em audiência realizada este fim de semana, Patricia confessou o crime e disse que “o filho agora estava em um lugar melhor”.
Ela já teve a primeira audiência de instrução, segue presa sem direito à fiança. A polícia ainda investiga o que pode ter motivado o crime.
Três jovens mortos em acidente na Califórnia: motorista foi preso
O veículo em que os menores estavam colidiu com um outro veículo que havia se envolvido num primeiro acidente. Um terceiro veículo fugiu, mas o motorista foi preso graças a uma testemunha.
CALIFÓRNIA – Três adolescente morreram quando o veículo em que estavam viajando se envolveu em um acidente no Vale do Temescal na noite de domingo (19). Eles estavam com um motorista maior de idade e outros dois menores quando o acidente aconteceu.
Passa das 10 da noite, horário local, perto do cruzamento da Temescal Canyon Rd e a Trilogy Pkway. O motorista do veículo estava indo sentido sul na Temescal Rd com os cinco jovens.
Um Toyota Prius se envolveu no acidente e a polícia local não divulgou mais informações sobre como tudo aconteceu. Sabe-se que na batida, o Prius acabou fora da estrada e bateu numa árvore.
Uma das vítimas morreu no local e outras duas não resistiram aos ferimentos já no hospital.
Não existem informações sobre o estado de saúde dos outros feridos. Segundo um oficial da California Highway Patrol, Juan Quintero, todos os feridos são homens e ninguém foi identificado até o fechamento dessa matéria.
Um segundo veículo envolvido no acidente também estava viajando para o sul e aparentemente fugiu do local.
Uma testemunha seguiu o veículo e informou as autoridades onde eles poderiam encontrar o motorista que foi preso e levado sob custódia.
Retorne para mais atualizações ao longo do dia. Mais detalhes no USBRNEWS, às 8:30 da noite, na USBRTV.
KANSAS, MO – Duas pessoas morreram e 15 ficaram feridas num tiroteio numa danceteria em Kansas City, no Missouri. Entre as vítimas três estão em estado crítico.
O incidente aconteceu pouco antes da meia-noite de domingo (19). O capitão David Jackson, da Polícia de Kansas, disse às agências de notícias no local que os oficiais que atenderam à ocorrência encontraram “uma cena caótica” e tiveram que pedir ajuda de toda a cidade. Um homem e uma mulher foram encontrados mortos.
A polícia acredita que o atirador seria o homem que morreu. Um porta-voz disse que o atirador abriu fogo contra uma fila de pessoas esperando para entrar no local, mas o motivo do disparo não foi esclarecido imediatamente. Ainda segundo a polícia, o atirador foi baleado por um segurança armado.
Durante a investigação, a polícia ouviu que pessoas – pelo menos 15 – foram levadas para hospitais locais com ferimentos relacionados ao tiroteio. Não está claro se todas as vítimas feridas sofreram ferimentos a bala.
Uma publicação no Facebook na página do clube, o 9ine Ultra Lounge, anunciava o evento “Sold Out Sundays” da noite de domingo, o que seria uma festa do Kansas City Chiefs. O Chiefs – destaque na arte do evento – venceu o Tennessee Titans no domingo e conseguiu chegar ao Super Bowl depois de mais de 40 anos.
“Isso acabou com um dia tão trágico em um dia tão maravilhoso em Kansas City”, disse o promotor do condado de Jackson, Jean Peters Baker, no local, referenciando a vitória do time. “É difícil ficar aqui e conversar sobre esse tipo de tragédia em um dos melhores dias que Kansas City teve há muito tempo”.