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Imigração

Casal é deportado depois de viver 30 anos nos Estados Unidos

Os dois deixaram para trás três filhos que nasceram em solo americano. Eles tiveram o último recurso negado e deixaram o país na sexta.

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Oscar Campos se despede dos filhos no Aeroporto de Newark (NBC)

NEWARK, NJ – Um casal de imigrantes de New Jersey que chegaram aos Estados Unidos pela fronteira do México há três décadas, foram deportados na última sexta, deixando para trás três filhos que são cidadãos americanos.

Segundo informações da NBC, Oscar e Humberta Campos disseram adeus aos seus filhos de 24, 22 e 16 anos, numa despedida muito emocionada antes de embarcarem para seu país de origem.

O voo que os levou de volta para a Cidade do México saiu do Aeroporto Internacional de Newark às 6:30 da manhã. Campos disse à NBC que sofreu com a violência em sua cidade natal, Tamaulipas e por isso cruzou a fronteira com o Texas em 1989. Em mais de 30 anos vivendo nos Estados Unidos, o casal comprou um casa em Bridgeton e montou uma companhia de “landscape”. Os dois filhos mais velhos estão terminando a faculdade.

“Não existe distancia. Eu sempre vou te-los em meu coração”, disse Oscar Campos em prantos.

Na última quinta-feira (08), a corte federal de imigração negou o último pedido de apelação contra a deportação e disse que eles deveriam deixar o país.

Eles deixaram uma procuração para que o filho mais velho possa assumir o financiamento da casa e tome conta do menor que tem apenas 16 anos.

Apesar dos esforços, o senador Cory Brooker, um Democrata de New Jersey, não conseguiu impedir a separação da família. “Estou extremamente desapontado”, disse o senador sobre a decisão de deportação do casal.

Oscar Campos (NBC)

Momentos antes partir, Oscar Campos deu a seus filhos alguns conselhos. As palavras pareciam ser um lema que ele viveu ao se esforçar para dar uma vida melhor para sua família nas últimas três décadas.

“Lute pelos seus sonhos porque a vida continua e você sempre encontrará boas pessoas que possam te ajudam”, disse ele antes de embarcar no avião. “Há muitas pessoas boas. Não perca suas esperanças”, finalizou.

A boa notícia é que uma igreja local está arrecadando fundos para que os três filhos possam passar o Natal com os país no México. O dinheiro será revertido em passagens aéreas para que os filhos possam viajar para o México.

Imigração

ICE faz blitz em lojas de Orlando em busca de imigrantes indocumentados

Numa operação nacional, mais de 21 imigrantes indocumentados foram presos por trabalharem irregularmente.

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Agentes do ICE fazem batida em lojas do 7-Eleven em busca de indocumentados (NBC News)

U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) estiveram nesta quarta-feira (10) fazendo blitz em lojas de Orlando em busca de imigrantes indocumentados contratados irregularmente.

Segundo informações divulgadas pela WESH 2, o ICE estava fazendo buscas em lojas do “7-Eleven” espalhadas pela cidade. A ação é nacional e faz parte de uma força tarefa para deter a imigração ilegal.

Em Orlando, os agentes estiveram investigando quatro lojas. De acordo com a NBC News, os agentes de imigração do governo americano estiveram em dezenas de lojas “7-Eleven” antes desta quarta. Nessa ação já foram presas 21 pessoas. Essa é a “maior ação de combate ao trabalho de imigrantes ilegais desde que o presidente Donald Trump assumiu o governo”, disse uma fonte do ICE.

De Los Angeles a Nova Iorque, mais de 98 lojas de conveniência passaram por uma checagem de dados. Em Orlando, segundo o Canal 9, nas quatro lojas checadas ninguém foi preso. Todas elas tem seus próprios donos responsáveis pela franquia.

 

Os oficiais do ICE aproveitaram para deixar claro que esse é um aviso a todos os empresários que estão fora da lei contratando imigrantes indocumentados para trabalharem em suas empresas. Eles pediram que a população colabore com o ICE e mantenham contato reportando irregularidades.

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Imigração

Cresce o número de prisões e deportações na era Trump

Os dados mostram que 39 mil pessoas foram presas enquanto estavam tentando atravessar a fronteira.

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Reprodução Internet

DA REDAÇÃO – O número de imigrantes ilegais detidos ao longo da fronteira do sudoeste dos Estados Unidos cresceu em dois dígitos desde outubro, segundo novos dados divulgados pela U. S. Customs and Border Patrol (CBP), a polícia de fronteira americana.

Os dados mostram que 39 mil pessoas foram presas enquanto estavam tentando atravessar a fronteira em novembro, um aumento de 12% sobre o mês anterior e mais do que o dobro do número de detenções se comparado a março e abril.

A quantidade de menores desacompanhados também cresceu bastante em novembro, subiu de 26% para 45% de acordo com o CBP.

Esse número é o maior desde o mesmo período de 2016, sob o comando do ex-presidente Barak Obama. E é também o mais alto numero nessa administração.

Rotineiramente o presidente Donald Trump se vangloria da queda nos níveis de imigração ilegal durante o seu mandato.

As prisões de imigrantes aumentaram nos primeiros meses da administração Trump, já que os funcionários da U. S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) prenderam 21.362 imigrantes de janeiro a meado de março, um aumento de 32,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em novembro, a Associated Press divulgou que as deportações também aumentaram no último ano fiscal.

Esse foi o foco do advogado geral dos Estados Unidos, Jeff Sessions além de que Trump continua insistindo na construção de um muro ao longo da fronteira dos Estados Unidos com o México.

“Sob a administração do presidente Trump, a imigração ilegal tem caído drasticamente em relação ao ano passado. Estamos trabalhando fortemente para manter a segurança das nossas fronteiras, aumentando a fiscalização interna e estabelecendo um novo sistema de imigração baseado no mérito”, disse a diretora de imprensa do Departamento de Segurança Interna, Tyler Houlton.

“Mas nós precisamos que o Congresso tome uma ação imediata para fechar as brechas da lei de imigração, construir o muro e encerrar programas de visto desatualizados e fornecer as ferramentas necessárias para que os funcionários do DHS realizem sua missão”, finalizou em entrevista ao jornal The Hill.

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Imigração

Imigrante ilegal acusa guarda de assédio sexual na cadeia

O guarda teria tocado repetidamente nos seios e nas pernas da detenta Laura Monterrosa. O FBI está investigando o caso.

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AP/Donna McWilliam, Pool

SAN ANTONIO, TX – O FBI diz que irá investigar as alegações feitas por uma mulher que foi presa no centro de detenção do Texas, de que teria sido estuprada por um dos guardas do lugar.

O bureau de investigação disse na última terça (12) que abriu uma investigação por direitos civis por conta das informações da detenta Laura Monterrosa, que está presa no T. Don Hutto Residential Center.

De acordo com o grupo de advogados associados que cuidam do caso, Grassroots Leadership, Moterrosa disse que o guarda repetidamente a tocou nos seios e nas pernas sem seu consentimento. Os advogados alegam que o ICE – U. S. Immigration and Customs Enforcement e o órgão responsável pelo lugar, a CoreCivic, não responderam às reclamações da detenta.

Monterrosa decidiu tornar o seu caso público para poder encorajar outras pessoas que possam ter sofrido o mesmo e seguir com um processo contra os agressores.

Grupos de direitos humanos nos Estados Unidos dizem que o governo americano não está fazendo nada para proteger os imigrantes que são abusados sexualmente. Um grupo em abril disse ter registrado 27 casos isolados e similares com o de Monterrosa.

O porta-voz do ICE se negou a comentar.

 

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