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Imigração

Imigrante morto na fronteira teria atacado policial durante abordagem

O imigrante pulou sobre um dos agentes e conseguiu pegar uma das armas que estava no coldre do policial.

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Rodolfo Karisch, chefe de polícia de Tucson, durante coletiva de imprensa (Arizona Daily Star / Reprodução)

TUCSON, AZ – O homem que foi morto por um agente de fronteira na última quarta-feira (26) teria tomado uma arma de um outro policial que estava no coldre.

Segundo um oficial da Polícia de Fronteira, dois agentes responderam a um sensor que estava ativado nas Montanhas Baboquivari, a sudeste de Tucson, por volta das 11:30 da manhã, disse Rodolfo Karisch, chefe da Seccional da Polícia de Fronteira de Tucson, durante uma coletiva de imprensa na quinta.

Os agentes conseguiram rastrear um grupo suspeito de cruzar a fronteira ilegalmente numa área mais ou menos 21 milhas norte da divisa com o México. Enquanto eles tentavam prender os imigrantes, um deles acabou atacando um dos agentes.

“Houve uma luta. O imigrante pulou sobre um dos agentes e conseguiu pegar uma das armas que estava no coldre do policial. Nesse momento o outro oficial atirou no indivíduo”, disse Karisch.

O homem morreu depois por conta dos ferimentos. O chefe da polícia chamou o ato do agente de “heróico” por ter, dessa forma, salvado a vida do companheiro.

Um agente sofreu alguns ferimentos – sem risco de morte – e está se recuperando num hospital de Tucson.

Não foi divulgada a nacionalidade do homem que foi morto. Outros três homens, originários da Guatemala, foram levados sob custódia por violação das leis imigratórias.

O FBI também está no caso que é liderado pelo departamento de polícia de Tohono O’odham.

Desde o começo do ano os agentes de fronteira usaram de ações de força em 66 casos, de 1 de outubro de 2016 até o ultimo dia 31 de agosto. Três delas apenas foram com o uso de arma de fogo.

 

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Imigração

ICE prende 22 imigrantes ilegais em blitz que durou dois dias

Todos os presos tem histórico criminal. O ICE não divulgou o nome.

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Divulgação

Vinte e duas pessoas foram presas durante uma blitz durante dois dias que tinha como alvo fugitivos.

De acordo com os oficiais de imigração, imigrantes criminosos e que violaram as leis de imigração no Norte do Kentucky foram presos como resultado do trabalho de equipe do ICE em cinco cidades do Kentucky.

Nove pessoas foram presas em Covington, um em Erlanger, seis em Florence, quatro em Newport e dois em Walton.

Dos 22 presos, 16 são da Guatemala, cinco são cidadãos mexicanos e um do Zimbabwe.

Os federais disseram que a maioria dos imigrantes indocumentados tem histórico criminal.

Agressão a um policial, negligência infantil, falsificação, fraude e condução sob influência (DUI) são os principais crimes. Quatro eram fugitivos procurados pela imigração e seis foram presos por suspeita de retornar aos Estados Unidos de forma ilegal depois de serem deportados.

O ICE não divulgou o nome dos presos.

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Imigração

ICE prende 55 imigrantes indocumentados em blitz

Dez imigrantes já haviam sido deportados anteriormente.

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(Reprodução)

NOVA IORQUE, NY – As autoridades federais de imigração disseram que cinco moradores de Lower Hudson Valley estão entre os 55 residentes indocumentados presos numa blitz essa semana.

O ICE informou que os indivíduos são de Westchester County e um de Putnam County e foram levados em custodia entre o últimos dias 13 e 20 de novembro, por violarem uma série de leis de imigração e também crimes cíveis.

O alvo da blitz do ICE era Nova Iorque, Westchester e Putnam.

Eles ainda informaram que 42 dos detidos estavam presos em delegacias locais mas foram soltos mesmo com a solicitação da agência federal, mas foram presos logo depois.

Dez imigrantes já haviam sido deportados anteriormente. Dos detidos, 23 são do Brooklyn e outros 14 do Queens.

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Imigração

Silicon Valley não existiria como a conhecemos sem os imigrantes

A maioria dos fundadores das empresas de tecnologia são imigrantes e também funcionários.

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Mark Zucherberg também assinou o protesto contra as novas leis de imigração de Trump (reprodução/internet)

DA REDAÇÃO – Em janeiro, quando o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva limitando a imigração, a notícia caiu como uma bomba no Silicon Valley, o Vale do Silício. Na área onde estão as maiores empresas de tecnologia do mundo como Facebook, Apple e Google, aconteceram protestos, comícios e boicotes.

Das mais de cem empresas que assinaram uma petição protestando contra a decisão, a maioria eram companhias de tecnologia. Claro que os jovens empreendedores e empregados que vivem no Valley tem sangue azul.

A indústria de tecnologia depende inteiramente dos imigrantes. Grandes nomes de fundadores, Pierre Omidyar do eBay até Elon Musk, são imigrantes. Se você contar os filhos da primeira geração de imigrantes, esse número só tende a crescer. Basta se lembrar que Steve Jobs é filho de um refugiado sírio.

Ano passado, o National Foundation for American Policy, publicou um estudo sobre as “startups” que faturam mais de um bilhão de dólares. Mais da metade tem, ao menos, um fundados que é imigrante. Quando os autores do estudo expandiram a pesquisa para os seniors e as posições fora da fundação das empresas, esse numero cresceu para 71%.

A inovação é criada quando vários pontos de vista se cruzam, e isso só acontece se você consegue obter todas essas idéias diversas numa mesma sala. Como o Silicon Valley surgiu como um farol para as empresas mais inovadoras, sua capacidade de manter sua ordenação depende de atrair um estoque constante das melhores idéias – independentemente do país de origem.

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