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Cinema

“Titanic” volta aos cinemas para comemorar 20 anos do lançamento

Os ingressos estão a venda e o filme ficará uma semana em exibição totalmente remasterizado.

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ORLANDO, FL – Já se passaram 20 anos desde que James Cameron lançou “Titanic”, e a AMC Cinemas quer ajudar a celebrar o aniversário do filme épico.

“Titanic” foi um fenômeno cultura e mesmo 20 anos depois, segue como a 5 maior bilheteria da história do cinema de todos os tempos.

O filme transformou Leonardo DiCaprio e Kate Winslet na estrela que eles são hoje, colocou o mundo aos pés de Celine Dion, e transformou a cena do convés como uma das imagens mais marcantes na história de viagens em cruzeiros de qualquer família nesses últimos 20 anos.

A rede de cinemas americana está oferecendo a chance aos fãs do filme à reviverem a magia de “Titanic” na grande tela em dois formatos Dolby Cinema (87 cinemas pelo país) e Dolby 3D por uma semana, a partir de 1 de dezembro.

“Nós remasterizados alguns minutos de “Titanic” em Dolby Vision e foi simplesmente incrível. Foi como ter visto pela primeira vez. Agora que o filme está completamente remasterizado, é muito incrível dividir isso com a audiência pelo país”, disse o direto James Cameron said.

“Vai além de tudo que você já tenha visto antes!”

Pegue a sua pipoca e seus lenços. A semana de exibição do filme começa no dia primeiro de dezembro. A venda de ingressos começou nessa quarta-feira (15). Na Flórida Central, o único cinema que vai exibir o filme é o AMC de Altamonte.

Experimentar o “Titanic” em 3D vai fazer com que os fãs nunca deixem o amor que eles tem pelo filme ir por água abaixo.

Cinema

“Geostorm” e os recadinhos para a atual administração dos EUA

Pra quem gosta de filme catástrofe, é um bom programa. Fora os recadinhos para quem está nos Estados Unidos vivendo a era Trump!

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É a vez de Gerard Butler salvar o mundo em "Geostorm" (Warner Bros)

ORLANDO, FL – Pra quem quer se divertir no cinema, está em cartaz nos Estados Unidos, “Geostorm“, um daqueles filmes catástrofe que você precisa assistir num IMAX 3D pra poder ter a máxima imersão na história.

Mas o filme não tem só aquelas imagens bacanas do mundo sendo destruído pela força da natureza – nesse caso controlada por um sistema chamado “dutchboy”. Tem uma série de recadinhos que são dados diretamente para a atual administração.

A história, que traz Gerar Butler como protagonista, se passa num não muito distante 2019. Nesse ano, a Estação Espacial Internacional tem em suas mãos um sistema de controle da condição climática chamado “dutchboy”. Ele consegue fazer com que o clima maluco – por conta dos maus cuidados do homem para com o mundo – fosse controlado.

Porém, o cara que botou tudo isso pra funcionar, um “bad boy” de primeira vivido por Butler, é demitido pelo próprio irmão. Mas é claro, “os caras” vão precisar dele para tentar salvar o planeta. Até um certo ponto, a história é um pouco monótona. Depois, com alguns ingredientes e imagens de tirar o fôlego, tudo volta ao normal e te prende até o fim.

Uma das coisas mais bacanas é que o filme tem referências e cenas do Rio de Janeiro sendo destruído, especialmente a praia de Ipanema. E também, que boa parte da ação se passa em Orlando. “Puxa, as duas cidades da minha vida!!”… sim! Confesso que a parte em que ele diz que a próxima cidade a ser destruída seria Orlando, imaginei que fosse um truque para cada audiência, mas não… a ação se passa aqui mesmo que fica muito próximo à Cabo Canaveral. Ah! E tem mais: Cocoa Beach também tá lá!

Entre um diálogo e outro, claro que os sinais e os recados estão ali. O presidente da vez é o democrata Andrew Palma, vivido por Andy Garcia. Nada mais emblemático que um presidente “cubano americano” no poder. O seu assessor direto é Ed Harris, que vive uma espécie de Gen. John Kelly da atual administração. E claro que na estação estão iranianos, alemães, mexicanos e até russos.

Entre tantos recados, o do acordo climático é o principal. É como se os Estados Unidos não quisessem dar o controle do clima aos outros países. Num dado momento, o mexicano Al Hernandez, vivido pelo ator Eugenio Derbez, diz: “Agradeça ao México!”… assistindo ao filme você vai entender. Recentemente, o presidente Donald Trump não prestou solidariedade e nem ofereceu ajuda ao povo mexicano que sofreu com um grande tremor de terra porém, os mexicanos são a grande parte da mão de obra empregada na reconstrução do Texas que sofreu com o furacão Harvey.

Lembrando que o filme da Warner foi todo rodado em outubro de 2014. No ano seguinte ele teve um teste de “tela” em que foi totalmente reprovado. Resultado: o filme foi refeito na Louisiania em dezembro de 2016. Teve duas vezes o lançamento adiado por conta de outras super-produções e só agora está em cartaz.

Melhor não dar tantas dicas sobre o roteiro. O bom é descobrir que o filme é imprevisível e que pode te surpreender até um pouquinho antes do fim, claro.

Na estreia no dia 22 de outubro de 2017, “Geostorm” faturou $13,3 milhões de dólares nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. No mundo todo, bateu $62,9 milhões de dólares, contra um orçamento de $120 milhões de dólares. A estreia foi gigante, em 3246 salas de cinema no primeiro final de semana. Porém, considerado pela imprensa americana e pelos críticos: “fraco demais”. Lembre-se: não sou crítico, apenas estou indicando algo pra você se divertir. Eu me diverti muito!!

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Cinema

Prepare-se: Tom Cruise vai rodar Top Gun 2 após 20 anos do primeiro

O produtor Jerry Bruckheimer postou uma foto ao lado de Tom Cruise onde fala sobre as discussões para a sequencia de Top Gun.

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Tom & Jerry (Reprodução/Twitter)

Preparem seus lenços de papel que lá vem uma daquelas sequências açucaradas e cheias de lembranças emotivas fortíssimas. O produtor Jerry Bruckheimer postou uma foto em uma de suas redes sociais ao lado de Tom Cruise comentando sobre o encontro dos dois.

“Revendo meu bom e velho amigo Tom Cruise e discutindo um pouco de Top Gun 2”, escreveu ele numa foto ao lado do astro. Quem deve estar também na sequencia de Top Gun – Ases Indomáveis, é Val Kilmer que participou do primeiro como o piloto Iceman.

Sabe-se muito pouco sobre o enredo do filme, mas Jerry chegou a adiantar que a trama vai girar em torno dos pilotos de aviões que estão obsoletos por conta da invasão dos drones. O diretor Tony Scott estava a frente das primeiras discussões sobre o filme, há mais de quatro anos, porém, a morte prematura do diretor, em 2012, deu uma pausa longa no projeto.

Ainda não se fala sobre um novo diretor ou quando deve ser efetivamente iniciada a produção de Top Gun 2. Mas, o que se percebe, é que ele vai sair e pode ser muito antes do que se espera.

Val Kilmer e Tom Cruise em cena do primeiro Top Gun. (Reprodução)

Val Kilmer e Tom Cruise em cena do primeiro Top Gun. (Reprodução)

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Cinema

“Que Horas Ela Volta?” pode representar o Brasil no Oscar 2016

A Academia vai divulgar os nove pré-selecionados à categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira em dezembro e a lista final do Oscar sai em janeiro.

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Regina Casé vai representar o Brasil no Oscar com o filme “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert. Isso se a película entrar na disputa do prêmio de “melhor filme estrangeiro”.

A escolha foi anunciada pelo Ministério da Cultura nesta quinta-feira (10), no Rio de Janeiro, após a reunião da Comissão Especial de Seleção.

Um dos integrantes da Comissão de Seleção defendeu a escolha do filme estrelado por Casé. O crítico Rodrigo Fonseca disse que a diretora Anna Muylaerte “discute questões sociais por um retrato afetivo, fala sobre a transformação do Brasil na era pós Lula com o rearranjo da classe média sem ser planfetário”.

No ano passado o filme “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho” foi escolhido mas não chegou a ser indicado. “A concorrência é muito grande. E esse é um filme que tem a cara de Brasil, não é uma história que possa se passar em qualquer lugar”, disse Daniel Ribeiro, diretor do filme escolhido em 2014.

No filme, Regina Casé vive Val, uma empregada doméstica que mora com seus patrões. Sua condição e seus direitos começam a ser questionados pela filha Jéssica (Camila Mardila), que deixa o nordeste e vai morar com a mãe em São Paulo para poder prestar vestibular.

“Que Horas Ela Volta?” já venceu prêmios internacionais importantes como o de melhor atriz no Festival de Sundance, da crítica e do público na mostra Panorama do Festival de Berlim, e de melhor filme em Amsterdã. No exterior o filme é conhecido por “The Second Mother”, ou “A Segunda Mãe”. Agora a produção e o governo brasileiro deve começar a estudar toda a estratégia para que os integrantes da academia possam assistir ao filme e votar a favor da indicação – e quem sabe – do título.

O Brasil não é indicado a um prêmio da Academia de Hollywood desde “Central do Brasil”, que teve Fernanda Montenegro concorrendo também na categoria de melhor atriz, em 1999.

O filme de Muylaert bateu filmes como “Alguém Qualquer”, de Tristan Aronovich, “Casa Grande”, de Felipe Barbosa, “Entrando numa Roubada”, de André Moraes, “Estranhos”, de Paulo Alcântara, “Campo de Jogo”, de Eryc Rocha e “A História da Eternidade”, de Camilo Cavalcante.

Depois de “Central do Brasil”, o Brasil selecionou os filmes “Salve Geral”, de Sérgio Rezende (2010); “Lula, o filho do Brasil”, de Fábio Barreto (2011); “Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro”, de José Padilha (2012); “O Palhaço”, de Selton Mello (2013); “O Som ao Redor”, de Kleber Mendonça Filho (2014) e “Hoje Eu Não Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro (2015).

Em dezembro a academia apresenta os indicados ao Oscar 2016 de algumas categorias, inclusive a de “Melhor Filme de Língua Estrangeira”. A lista integral dos concorrentes à estatueta mais cobiçada do cinema será divulgada em 14 de janeiro.

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