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Imigração

ICE prende 25 imigrantes ilegais: todos por DUI, entre eles um brasileiro

Brasileiro foi preso por direção sob influencia de alcool ou drogas e já tinha sido deportado anteriormente.

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(ICE/Divulgação)

NOVA IORQUE, NY –  Oficiais de Operações de Execução e Remoção (ERO) e de Imigração e Aplicação Aduaneira dos EUA (ICE) prenderam 25 imigrantes ilegais durante um período de 6 dias, terminando em 9 de novembro em Long Island, em um esforço de execução denominado Operation Secure Streets (operação ruas seguras, em tradução livre).

Durante a Operação, os oficiais de deportação apreenderam 25 imigrantes ilegais, 24 dos quais foram condenados por dirigir sob a influência de álcool ou drogas (DUI). Um outro homem, que foi preso por problemas com a imigração, não tinha condenação relacionada ao DUI. Todos estão presos e devem seguir assim até a conclusão dos processos de remoção.

“Esta operação visou aqueles que foram condenados por dirigir sob a influência, alguns com crianças no carro, solidificando o compromisso da ICE de remover ameaças à segurança pública de nossas comunidades”, disse Thomas R. Decker, diretor do escritório de campo para ERO New York.

“Com o aumento do número de acidentes de veículos e mortes relacionadas como resultado de DUIs, a ICE continuará a prender e remover esses estrangeiros criminosos pela segurança dos moradores da nossa cidade “.

Entre os detidos foram:

Um guatemalteco de 41 anos, anteriormente condenado por dirigir enquanto estava intoxicado. Ele foi preso em Patchogue em 4 de novembro e permanecerá na custódia da ICE no processo de remoção.

Um brasileiro de 40 anos, que já havia sido deportado, condenado por condução sob influência de drogas. Ele foi preso em Ronkonkoma, 5 de novembro, e permanece sob custódia do ICE, enquanto aguarda a remoção para o Brasil.

Um cidadão de 31 anos da Guatemala com uma condenação prévia de transgressão criminal em 2º grau e direção sem habilitação. Ele foi preso em Riverhead, 6 de novembro e permanecerá na custódia da ICE no processo de deportação.

Um cidadão salvadorenho de 40 anos com uma condenação prévia por dirigir enquanto intoxicado, identificado como um membro da gangue MS-13. Ele foi preso em Shirley, no dia 7 de novembro, e permanecerá na custódia do ICE no processo de remoção.

O histórico criminal dos presos durante a operação é o seguinte: DWI agravado, assalto 2º grau, transgressão criminal 2º grau, dirigir sem habilitação e condução enquanto intoxicados.

Os presos incluem cidadãos do Brasil, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México e Ucrânia.

Oficiais de deportação de ERO fizeram prisões em Long Island, especificamente no condado de Nassau: Glen Cove, Hempstead; e no condado de Suffolk: Amityville, Bayshore, Calverton, Central Islip, Commack, Coram, Hampton Bays, Huntington, Medford, Moriches, Patchogue, Port Jefferson, Ronkonkoma, Riverhead, Sag Harbor, Shirley, West Babylon e Wheatley Heights.

Os imigrantes ilegais que estão presos serão processados ​​administrativamente e passarão pelo processo de deportação para serem retirados dos Estados Unidos.

Os detentos que têm ordens pendentes de deportação, ou que retornaram ilegalmente aos Estados Unidos depois de uma primeira deportação, como é o caso do brasileiro que não teve a identidade divulgada, estão sujeitos a remoção imediata do país.

Os outros indivíduos estão sob custódia do ICE, aguardando uma audiência perante um juiz de imigração ou acordos de viagem pendentes para remoção em um futuro próximo.

Os oficiais de deportação de ICE realizam operações de execução específicas todos os dias ao redor do país como parte dos esforços contínuos da agência para proteger a nação, defender a segurança pública e proteger a integridade das leis de imigração e controles de fronteira dos Estados Unidos.

Durante essas operações de execução, os oficiais da ICE freqüentemente encontram suspeitos adicionais que podem estar nos Estados Unidos em violação das leis federais de imigração. Essas pessoas serão avaliadas caso a caso e, quando apropriado, presas pelo ICE.

Imigração

ICE faz blitz em lojas de Orlando em busca de imigrantes indocumentados

Numa operação nacional, mais de 21 imigrantes indocumentados foram presos por trabalharem irregularmente.

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Agentes do ICE fazem batida em lojas do 7-Eleven em busca de indocumentados (NBC News)

U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) estiveram nesta quarta-feira (10) fazendo blitz em lojas de Orlando em busca de imigrantes indocumentados contratados irregularmente.

Segundo informações divulgadas pela WESH 2, o ICE estava fazendo buscas em lojas do “7-Eleven” espalhadas pela cidade. A ação é nacional e faz parte de uma força tarefa para deter a imigração ilegal.

Em Orlando, os agentes estiveram investigando quatro lojas. De acordo com a NBC News, os agentes de imigração do governo americano estiveram em dezenas de lojas “7-Eleven” antes desta quarta. Nessa ação já foram presas 21 pessoas. Essa é a “maior ação de combate ao trabalho de imigrantes ilegais desde que o presidente Donald Trump assumiu o governo”, disse uma fonte do ICE.

De Los Angeles a Nova Iorque, mais de 98 lojas de conveniência passaram por uma checagem de dados. Em Orlando, segundo o Canal 9, nas quatro lojas checadas ninguém foi preso. Todas elas tem seus próprios donos responsáveis pela franquia.

 

Os oficiais do ICE aproveitaram para deixar claro que esse é um aviso a todos os empresários que estão fora da lei contratando imigrantes indocumentados para trabalharem em suas empresas. Eles pediram que a população colabore com o ICE e mantenham contato reportando irregularidades.

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Imigração

Cresce o número de prisões e deportações na era Trump

Os dados mostram que 39 mil pessoas foram presas enquanto estavam tentando atravessar a fronteira.

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Reprodução Internet

DA REDAÇÃO – O número de imigrantes ilegais detidos ao longo da fronteira do sudoeste dos Estados Unidos cresceu em dois dígitos desde outubro, segundo novos dados divulgados pela U. S. Customs and Border Patrol (CBP), a polícia de fronteira americana.

Os dados mostram que 39 mil pessoas foram presas enquanto estavam tentando atravessar a fronteira em novembro, um aumento de 12% sobre o mês anterior e mais do que o dobro do número de detenções se comparado a março e abril.

A quantidade de menores desacompanhados também cresceu bastante em novembro, subiu de 26% para 45% de acordo com o CBP.

Esse número é o maior desde o mesmo período de 2016, sob o comando do ex-presidente Barak Obama. E é também o mais alto numero nessa administração.

Rotineiramente o presidente Donald Trump se vangloria da queda nos níveis de imigração ilegal durante o seu mandato.

As prisões de imigrantes aumentaram nos primeiros meses da administração Trump, já que os funcionários da U. S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) prenderam 21.362 imigrantes de janeiro a meado de março, um aumento de 32,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em novembro, a Associated Press divulgou que as deportações também aumentaram no último ano fiscal.

Esse foi o foco do advogado geral dos Estados Unidos, Jeff Sessions além de que Trump continua insistindo na construção de um muro ao longo da fronteira dos Estados Unidos com o México.

“Sob a administração do presidente Trump, a imigração ilegal tem caído drasticamente em relação ao ano passado. Estamos trabalhando fortemente para manter a segurança das nossas fronteiras, aumentando a fiscalização interna e estabelecendo um novo sistema de imigração baseado no mérito”, disse a diretora de imprensa do Departamento de Segurança Interna, Tyler Houlton.

“Mas nós precisamos que o Congresso tome uma ação imediata para fechar as brechas da lei de imigração, construir o muro e encerrar programas de visto desatualizados e fornecer as ferramentas necessárias para que os funcionários do DHS realizem sua missão”, finalizou em entrevista ao jornal The Hill.

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Imigração

Imigrante ilegal acusa guarda de assédio sexual na cadeia

O guarda teria tocado repetidamente nos seios e nas pernas da detenta Laura Monterrosa. O FBI está investigando o caso.

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AP/Donna McWilliam, Pool

SAN ANTONIO, TX – O FBI diz que irá investigar as alegações feitas por uma mulher que foi presa no centro de detenção do Texas, de que teria sido estuprada por um dos guardas do lugar.

O bureau de investigação disse na última terça (12) que abriu uma investigação por direitos civis por conta das informações da detenta Laura Monterrosa, que está presa no T. Don Hutto Residential Center.

De acordo com o grupo de advogados associados que cuidam do caso, Grassroots Leadership, Moterrosa disse que o guarda repetidamente a tocou nos seios e nas pernas sem seu consentimento. Os advogados alegam que o ICE – U. S. Immigration and Customs Enforcement e o órgão responsável pelo lugar, a CoreCivic, não responderam às reclamações da detenta.

Monterrosa decidiu tornar o seu caso público para poder encorajar outras pessoas que possam ter sofrido o mesmo e seguir com um processo contra os agressores.

Grupos de direitos humanos nos Estados Unidos dizem que o governo americano não está fazendo nada para proteger os imigrantes que são abusados sexualmente. Um grupo em abril disse ter registrado 27 casos isolados e similares com o de Monterrosa.

O porta-voz do ICE se negou a comentar.

 

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