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Imigração

Ator de “Stranger Things” é barrado em aeroporto de Los Angeles e deportado

Agora ele entra para a lista negra da imigração americana e pode ficar fora da terceira temporada da série.

Ator Charlie Heaton não chegou a ser algemado mas foi deportado de volta a Londres. (Divulgação)

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LOS ANGELES, CA – O ator Charlie Heaton, que interpreta o bad boy Jonathan Byers de “Stranger Things”, do Netflix, estava a caminho de Los Angeles para a festa de lançamento da segunda temporada da série. Porém, ele foi barrado no aeroporto depois que a polícia identificou traços de droga na bagagem do astro.

A polícia agiu rápido. O ator não chegou a ser algemado, mas rapidamente o departamento de imigração do aeroporto o deportou de volta no primeiro voo para Londres.

Segundo informações do departamento de Homeland Security, o ator foi tratado como qualquer outro passageiro internacional: “Tratamos com respeito, integridade e dignidade todos os passageiros”, disse um dos oficiais da imigração.

“Se você é pego com muita droga e é um turista internacional, você pode ser preso e julgado. Mas se é de uso pessoal, as conseqüências são que você não será permitido no país. A lei dos EUA é muito rigorosa nisso”, disse uma fonte do Daily Mail.

Heaton, de 23 anos, entra para a lista negra da imigração e com isso, pode ser que ele tenha a sua entrada nos Estados Unidos negada para sempre. Dessa forma, ele pode deixar de participar das gravações da terceira temporada, o que seria um problema para autores e produtores da série.

A segunda temporada de “Stranger Things” teve o lançamento nesta sexta-feira (27), no Netflix. Todos os episódios estão disponíveis.

 

 

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Imigração

ICE faz blitz em lojas de Orlando em busca de imigrantes indocumentados

Numa operação nacional, mais de 21 imigrantes indocumentados foram presos por trabalharem irregularmente.

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Agentes do ICE fazem batida em lojas do 7-Eleven em busca de indocumentados (NBC News)

U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) estiveram nesta quarta-feira (10) fazendo blitz em lojas de Orlando em busca de imigrantes indocumentados contratados irregularmente.

Segundo informações divulgadas pela WESH 2, o ICE estava fazendo buscas em lojas do “7-Eleven” espalhadas pela cidade. A ação é nacional e faz parte de uma força tarefa para deter a imigração ilegal.

Em Orlando, os agentes estiveram investigando quatro lojas. De acordo com a NBC News, os agentes de imigração do governo americano estiveram em dezenas de lojas “7-Eleven” antes desta quarta. Nessa ação já foram presas 21 pessoas. Essa é a “maior ação de combate ao trabalho de imigrantes ilegais desde que o presidente Donald Trump assumiu o governo”, disse uma fonte do ICE.

De Los Angeles a Nova Iorque, mais de 98 lojas de conveniência passaram por uma checagem de dados. Em Orlando, segundo o Canal 9, nas quatro lojas checadas ninguém foi preso. Todas elas tem seus próprios donos responsáveis pela franquia.

 

Os oficiais do ICE aproveitaram para deixar claro que esse é um aviso a todos os empresários que estão fora da lei contratando imigrantes indocumentados para trabalharem em suas empresas. Eles pediram que a população colabore com o ICE e mantenham contato reportando irregularidades.

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Imigração

Cresce o número de prisões e deportações na era Trump

Os dados mostram que 39 mil pessoas foram presas enquanto estavam tentando atravessar a fronteira.

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Reprodução Internet

DA REDAÇÃO – O número de imigrantes ilegais detidos ao longo da fronteira do sudoeste dos Estados Unidos cresceu em dois dígitos desde outubro, segundo novos dados divulgados pela U. S. Customs and Border Patrol (CBP), a polícia de fronteira americana.

Os dados mostram que 39 mil pessoas foram presas enquanto estavam tentando atravessar a fronteira em novembro, um aumento de 12% sobre o mês anterior e mais do que o dobro do número de detenções se comparado a março e abril.

A quantidade de menores desacompanhados também cresceu bastante em novembro, subiu de 26% para 45% de acordo com o CBP.

Esse número é o maior desde o mesmo período de 2016, sob o comando do ex-presidente Barak Obama. E é também o mais alto numero nessa administração.

Rotineiramente o presidente Donald Trump se vangloria da queda nos níveis de imigração ilegal durante o seu mandato.

As prisões de imigrantes aumentaram nos primeiros meses da administração Trump, já que os funcionários da U. S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) prenderam 21.362 imigrantes de janeiro a meado de março, um aumento de 32,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em novembro, a Associated Press divulgou que as deportações também aumentaram no último ano fiscal.

Esse foi o foco do advogado geral dos Estados Unidos, Jeff Sessions além de que Trump continua insistindo na construção de um muro ao longo da fronteira dos Estados Unidos com o México.

“Sob a administração do presidente Trump, a imigração ilegal tem caído drasticamente em relação ao ano passado. Estamos trabalhando fortemente para manter a segurança das nossas fronteiras, aumentando a fiscalização interna e estabelecendo um novo sistema de imigração baseado no mérito”, disse a diretora de imprensa do Departamento de Segurança Interna, Tyler Houlton.

“Mas nós precisamos que o Congresso tome uma ação imediata para fechar as brechas da lei de imigração, construir o muro e encerrar programas de visto desatualizados e fornecer as ferramentas necessárias para que os funcionários do DHS realizem sua missão”, finalizou em entrevista ao jornal The Hill.

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Imigração

Imigrante ilegal acusa guarda de assédio sexual na cadeia

O guarda teria tocado repetidamente nos seios e nas pernas da detenta Laura Monterrosa. O FBI está investigando o caso.

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AP/Donna McWilliam, Pool

SAN ANTONIO, TX – O FBI diz que irá investigar as alegações feitas por uma mulher que foi presa no centro de detenção do Texas, de que teria sido estuprada por um dos guardas do lugar.

O bureau de investigação disse na última terça (12) que abriu uma investigação por direitos civis por conta das informações da detenta Laura Monterrosa, que está presa no T. Don Hutto Residential Center.

De acordo com o grupo de advogados associados que cuidam do caso, Grassroots Leadership, Moterrosa disse que o guarda repetidamente a tocou nos seios e nas pernas sem seu consentimento. Os advogados alegam que o ICE – U. S. Immigration and Customs Enforcement e o órgão responsável pelo lugar, a CoreCivic, não responderam às reclamações da detenta.

Monterrosa decidiu tornar o seu caso público para poder encorajar outras pessoas que possam ter sofrido o mesmo e seguir com um processo contra os agressores.

Grupos de direitos humanos nos Estados Unidos dizem que o governo americano não está fazendo nada para proteger os imigrantes que são abusados sexualmente. Um grupo em abril disse ter registrado 27 casos isolados e similares com o de Monterrosa.

O porta-voz do ICE se negou a comentar.

 

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