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Política

Viúva do Sargento que morreu em emboscada na África critica Trump

Durante entrevista à ABC ela afirmou que não viu o marido e não sabe se ele estava dentro do caixão.

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A viuva do Sargento La David Johnson em entrevista à ABC

NOVA IORQUE, NY – A viuva do Sargento La David Johnson, que morreu numa emboscada durante uma missão desastrada na África, falou pela primeira vez desde que aconteceram os episódios envolvendo seu marido e também o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em entrevista ao jornalista George Stephanopoulos, da ABC, ela desabafou e criticou o presidente pela atitude que teve com ela ao telefone:

“Ele disse que meu marido sabia o que havia assinado”

O presidente tratou de colocar panos quentes na história em mais um tweet publico. Durante a entrevista exibida no “Good Morning America” e reproduzida por todos os veículos de comunicação do país, Myesha Johnson conteve a emoção. Ela está grávida do marido.

Uma das reclamações da viúva é que os chefes e o governo não deixaram ela dar um ultimo adeus ao marido: “Quero saber porque demoraram 48 horas para encontrar meu marido. Porque eu não pude ver meu marido. Todas as vezes que eu pedi para vê-lo não me deixaram. Disseram que ele se meteu em uma grande emboscada e que eu não iria conseguir vê-lo”, disse a viuva.

“Eu preciso vê-lo e aí eu vou saber que é meu marido. Até agora eu não sei de nada. Eles não me mostrar um dedo ou uma mão. Eu conheço meu marido dos pés à cabeça. E eles não me deixaram ver nada. Poderia estar até vazio. Eu preciso ver meu marido”, repetiu em tom de desespero.

Ela recebeu uma ligação do presidente Donald Trump enquanto estava a caminho do aeroporto em Dover. “Estávamos na limo a caminho do aeroporto em Dover quando o telefone do Sargento Neil tocou. Eu fiz questão de pedir que colocassem a ligação no viva voz para que meus tios pudessem ouvir”, explicou a viúva.

“Ele disse que era o presidente dos Estados Unidos. E disse que meu marido sabia exatamente o que ele havia assinado. Me fez chorar por conta do tom de voz dele. Eu estava muito nervosa. Ele não conseguiu lembrar o nome do meu marido. Ele falou o nome dele porque ele tinha um relatório”, disse a senhora Johnson.

 

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Schwarzenegger manda seu recado sobre o problema do clima no planeta

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Arnold Schwarzenegger na Conferência sobre a Mudança do Clima das ONU COP23 em Bonn, Alemanha. (RONALD WITTEK/EPA-EFE/REX/SHUTTERSTOCK)

BONN, Alemanha (AP) – A estrela de cinema e o ex-governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, querem que os ativistas ambientais dêem mais atenção aos riscos imediatos para a saúde, como a poluição do ar e da água.

Schwarzenegger falou domingo (12) em uma reunião de clima global em Bonn, na Alemanha, onde diplomatas de todo o mundo estão discutindo a implementação do acordo climático de Paris.

“É hora de acordarmos e falar sobre o que realmente interessa: 25 mil pessoas morrem todos os dias por causa da poluição”.

Schwarzenegger também criticou a comunidade ambiental por “perder o ponto” com sua mensagem sobre o aquecimento global.

Ele disse: “As pessoas não dão mais tanta importância para o aumento de 2º de temperatura ou o aumento nos níveis do mar”.

Schwarzenegger diz que questões concretas chamam mais a atenção das pessoas como “problemas com câncer e crianças com asma”, e alerta que essa é uma abordagem muito melhor.

Os líderes mundiais se encontram em Bonn na primeira grande conferência sobre mudanças climáticas, desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a retirada dos EUA do acordo climático de Paris.

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Mulher que mostrou o dedo para carreata de Trump é demitida

A empresa que a mulher trabalha tem contratos com o governo Trump e viu na imagem uma ameaça.

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A imagem viralizou e a ciclista foi demitida no início de novembro. (Divulgação)

DA REDAÇÃO – Uma ciclista, cuja “saudação com o dedo do meio” para carreata do presidente Trump viralizou e caiu nas mídias sociais, foi demitida.

Juli Briskman, trabalhava para a empresa Akima LLC, que tem contratos com o governo, teria sido demitida depois de admitir aos seus chefes que era ela a pessoa que expulsou o grupo do presidente enquanto eles deixavam o campo de golfe de Trump na Virgínia.

Briskman estava pedalando em sua bicicleta no último dia 28 de outubro, quando a carreata presidencial passou pela ciclista, que acabou a fazendo o gesto “grosseiro” capturado pelos fotógrafos.

A jovem senhora de 50 anos usou a imagem como foto de perfil no Twitter e no Facebook, o que levou a sua demissão. A Akima LLC diz que Briskman violou a política de mídia social da empresa para seus funcionários.

“Basicamente, você não pode ter coisas obscenas em suas mídias sociais”, disse a ciclista demitida ao Huffington Post. Briskman trabalhava na empresa por apenas seis meses, no departamento de marketing e comunicações, antes de sua rescisão.

Ela afirma que funcionários da Akima explicaram que o incidente poderia prejudicar sua posição como contratado pelo governo se ela continuasse na empresa.

“Você não consegue ver seu rosto, ela não está totalmente identificada nessa foto. Mas uma vez que ela se identificou com seu empregador, eles tiveram que considerar essa informação”, disse o advogado Bradley Shear ao Washington Post. Ele é especialista em questões de redes sociais.

“Você pode não ficar preso pelo que diz, mas pode não conseguir o trabalho que deseja.”

Briskman diz que não se arrepende do movimento, mesmo que agora esteja procurando por um novo emprego.

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Novas regras de embarque em voos para os Estados Unidos estão valendo

A medida foi anunciada em junho e as companhias aéreas tiveram 120 dias para se adaptar.

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Inspeções mais rigorosas e escaneamento de aparelhos eletrônicos. (Reprodução)

WASHINGTON, DC – Passageiros do mundo inteiro vão ter que passar por inspeções mais rígidas ao embarcar para os Estados Unidos. Desde a última quinta-feira (25), estão valendo novas regras que foram anunciadas pelo governo e que agora devem ser seguidas por todas as operadoras de voos que tem o solo americano como destino.

São 2100 voos diários que chegam ao país trazendo mais de 325 mil passageiros de todas as partes do mundo. As novas regras afetam todos eles, inclusive passageiros americanos que estejam viajando de qualquer outro lugar para seu país de origem.

Uma das medidas será a entrevista de segurança antes do passageiro embarcar na aeronave e será feita por funcionários das companhias aéreas.

Revistas feitas em aparelhos eletrônicos serão uma constante. Para se ter uma ideia, os celulares e laptops passarão por um scaner em busca de bombas ou objetos detonadores presentes dentro desses equipamentos.

A escolha do passageiro que vai passar por essas inspeções é feita por agentes do governo americano

Eles tomam por base a lista de embarque entregue pela empresa que opera o voo.

As medidas foram anunciadas em junho e as empresas aéreas tiveram 120 dias para se adequarem à elas. As companhias aéreas deveriam estar operando já com as novas regras, mas como não existe um padrão nos voos, isso ainda não está acontecendo.

Algumas estão entregando um formulário para preenchimento manual pelo passageiro, outras estão fazendo entrevistas verbais e muitas não mudaram em nada o procedimento.

Segundo o “Jornal Nacional”, da TV Globo, as companhias aéreas brasileiras emitiram um comunicado falando sobre a adequação às normas.

A LATAM disse que implementou as mudanças em julho, um mês após o anuncio, e que agora só estão sendo feitas mudanças em procedimentos interno.

A Azul disse que já se adaptou às regras, mas não pode divulgar quais são as mudanças por um pedido do próprio governo americano.

A Avianca está no processo de implantação fazendo o treinamento de funcionários mas também não pode divulgar nada a respeito por questões de segurança.

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