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Imigração

Diretor do ICE dispara: “Vamos ser mais agressivos com os indocumentados”

O diretor do ICE deve quintuplicar a vigilância nos locais de trabalho mais comuns de imigrantes ilegais. Medidas serão tomadas no ano que vem.

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Thomas Homan: "Vamos deter e remover os trabalhadores estrangeiros ilegais" (The Heritage Foundation)

Thomas Homan, diretor do U. S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) disse essa semana, durante um encontro com ultra-conservadores do The Heritage Foundation, que vai apertar ainda mais o cerco contra imigrantes indocumentados e quem os contrata nos Estados Unidos.

O assunto veio à tona quando uma das pessoas na plateia perguntou o que o diretor do órgão vai fazer em relação às pessoas que contratam imigrantes ilegais. Homan disse que o HSI, o setor de investigações do ICE, vai quintuplicar a vigilância nos locais de trabalho que possuem tradicionalmente imigrantes ilegais ativos e contratados.

“Já aumentamos o número de inspeções esse ano e isso vai aumentar ainda mais no ano que vem”, disse o diretor. Em uma de suas frases mais duras, ele disse que quer remover o “imã” que atrai as pessoas para viver e morar ilegalmente nos Estados Unidos.

Ainda durante o seu discurso, Homan enfatizou que a agência vai abordar a situação de forma mais enfática que no ano que passado, buscando mais agressivamente os trabalhadores irregulares.

“Não vamos somente deter o empregador mas vamos também deter e remover os trabalhadores estrangeiros ilegais”, bradou em seu discurso muito aplaudido.

 

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Imigração

ICE prende 25 imigrantes ilegais: todos por DUI, entre eles um brasileiro

Brasileiro foi preso por direção sob influencia de alcool ou drogas e já tinha sido deportado anteriormente.

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(ICE/Divulgação)

NOVA IORQUE, NY –  Oficiais de Operações de Execução e Remoção (ERO) e de Imigração e Aplicação Aduaneira dos EUA (ICE) prenderam 25 imigrantes ilegais durante um período de 6 dias, terminando em 9 de novembro em Long Island, em um esforço de execução denominado Operation Secure Streets (operação ruas seguras, em tradução livre).

Durante a Operação, os oficiais de deportação apreenderam 25 imigrantes ilegais, 24 dos quais foram condenados por dirigir sob a influência de álcool ou drogas (DUI). Um outro homem, que foi preso por problemas com a imigração, não tinha condenação relacionada ao DUI. Todos estão presos e devem seguir assim até a conclusão dos processos de remoção.

“Esta operação visou aqueles que foram condenados por dirigir sob a influência, alguns com crianças no carro, solidificando o compromisso da ICE de remover ameaças à segurança pública de nossas comunidades”, disse Thomas R. Decker, diretor do escritório de campo para ERO New York.

“Com o aumento do número de acidentes de veículos e mortes relacionadas como resultado de DUIs, a ICE continuará a prender e remover esses estrangeiros criminosos pela segurança dos moradores da nossa cidade “.

Entre os detidos foram:

Um guatemalteco de 41 anos, anteriormente condenado por dirigir enquanto estava intoxicado. Ele foi preso em Patchogue em 4 de novembro e permanecerá na custódia da ICE no processo de remoção.

Um brasileiro de 40 anos, que já havia sido deportado, condenado por condução sob influência de drogas. Ele foi preso em Ronkonkoma, 5 de novembro, e permanece sob custódia do ICE, enquanto aguarda a remoção para o Brasil.

Um cidadão de 31 anos da Guatemala com uma condenação prévia de transgressão criminal em 2º grau e direção sem habilitação. Ele foi preso em Riverhead, 6 de novembro e permanecerá na custódia da ICE no processo de deportação.

Um cidadão salvadorenho de 40 anos com uma condenação prévia por dirigir enquanto intoxicado, identificado como um membro da gangue MS-13. Ele foi preso em Shirley, no dia 7 de novembro, e permanecerá na custódia do ICE no processo de remoção.

O histórico criminal dos presos durante a operação é o seguinte: DWI agravado, assalto 2º grau, transgressão criminal 2º grau, dirigir sem habilitação e condução enquanto intoxicados.

Os presos incluem cidadãos do Brasil, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México e Ucrânia.

Oficiais de deportação de ERO fizeram prisões em Long Island, especificamente no condado de Nassau: Glen Cove, Hempstead; e no condado de Suffolk: Amityville, Bayshore, Calverton, Central Islip, Commack, Coram, Hampton Bays, Huntington, Medford, Moriches, Patchogue, Port Jefferson, Ronkonkoma, Riverhead, Sag Harbor, Shirley, West Babylon e Wheatley Heights.

Os imigrantes ilegais que estão presos serão processados ​​administrativamente e passarão pelo processo de deportação para serem retirados dos Estados Unidos.

Os detentos que têm ordens pendentes de deportação, ou que retornaram ilegalmente aos Estados Unidos depois de uma primeira deportação, como é o caso do brasileiro que não teve a identidade divulgada, estão sujeitos a remoção imediata do país.

Os outros indivíduos estão sob custódia do ICE, aguardando uma audiência perante um juiz de imigração ou acordos de viagem pendentes para remoção em um futuro próximo.

Os oficiais de deportação de ICE realizam operações de execução específicas todos os dias ao redor do país como parte dos esforços contínuos da agência para proteger a nação, defender a segurança pública e proteger a integridade das leis de imigração e controles de fronteira dos Estados Unidos.

Durante essas operações de execução, os oficiais da ICE freqüentemente encontram suspeitos adicionais que podem estar nos Estados Unidos em violação das leis federais de imigração. Essas pessoas serão avaliadas caso a caso e, quando apropriado, presas pelo ICE.

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Imigração

Blitz do ICE prende 18 imigrantes indocumentados no Michigan

Entre os imigrantes presos estão mexicanos e guatemaltecos. Muitos são acusados de reentrarem nos EUA depois de já terem sido deportados.

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Os indocumentados foram presos pelo ICE e passarão por processo de deportação (ICE/Divulgação)

OTTAWA COUNTY, MI – Policiais da U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) prenderam 18 imigrantes indocumentados que estava trabalhando ilegalmente nos Estados Unidos, no Condado de Ottawa, no estado do Michigan.

Segundo informações da própria U. S. Custom and Border Protection, eles estariam trabalhando na Demeester Wood Products, em Coopersville.

As prisões fazem parte de uma investigação realizada por várias agências, disse Khaalid Walls, porta-voz do ICE. A blitz aconteceu na última terça-feira, 7 de novembro.

Como a investigação está em andamento, Walls disse que não poderia divulgar como obtiveram as informações e nem como se deu o trabalho para chegar até a empresa que tinha todos esses funcionários ilegais. Todos os presos trabalhavam na empresa, disse ele.

Agentes especiais para Homeland Security Investigations tinham um mandado de busca federal na Demeester Wood Products, que fica na 15519 32nd Ave, em Ottawa.

Entre os presos estão 13 cidadãos guatemaltecos e cinco cidadãos mexicanos.

Os homens, com idades que variam entre 20 a 43 anos, são acusados de violações administrativas da imigração. Eles foram presos na empresa e não ofereceram resistência, disse Walls.

Seis deles enfrentam acusações de crime federal por reingressar nos EUA depois de serem deportados.

Todos estão sob custódia do ICE.

O DHS está liderando a investigação, que inclui ainda o ICE e a Patrulha de Fronteira dos EUA.

Um funcionário da empresa preferiu não comentar o episódio por estar “digerindo tudo agora”.

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Imigração

Brasileiro é condenado a 20 anos e será deportado por sexo com menor

Na primeira audiência em junho, Rafael Leal se disse culpado das acusações.

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PROVIDENCE, RI – Um brasileiro foi condenado a quase 20 anos na prisão federal e deverá ser deportado quando cumprir a pena depois de ser considerado culpado num caso de sexo com menor.

O escritório de advocacia dos EUA em Rhode Island diz que Rafael Leal, de 39 anos, que mais recentemente morou em Boston, foi condenado na quarta-feira (08) na Providência, acusado de seduzir um menor a se envolver em atividades sexuais ilícitas e viajar de uma outra cidade para manter relações sexuais.

Segundo o LA Times, os promotores dizem que Leal foi preso em outubro de 2016 depois que um oficial o encontrou tentando se envolver sexualmente com uma menina de 14 anos em uma praia de Rhode Island.

Os promotores dizem que Leal e a menina se conheceram através das mídias sociais em 2016 e ele a persuadiu para manter relações sexuais com ele. De acordo com o jornal, Leal teria viajado varias vezes de uma cidade a outra para transar com a garota.

Leal se declarou culpado em junho.

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