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Imigração

Vitor Fraga é recebido com festa depois de ficar preso em Chicago

Vitor ficou duas semanas preso num abrigo para menores. Ele recebeu permissão para retornar ao Brasil.

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Vitor Fraga e a família. (Arquivo pessoal)

Foram duas semanas de angústia para a família Fraga. O caçula da família, Vitor Fraga, surfista e skatista inveterado, resolveu ir visitar a madrinha na Califórnia. O que ele não contava é que seria levado para a famosa salinha na imigração no aeroporto de Houston, no Texas.

Acompanhado pela avó, ele foi questionado sobre uma matrícula que estava feita em seu nome numa escola pública americana na cidade de destino, São Francisco. Sem resposta, a avó foi liberada e ele foi levado para um abrigo em Chicago.

O pai, o empresário Renato Fraga, voo para lá para tentar liberar o filho. O esforço levou duas semanas. Vitor estava dividindo um quarto com outros três garotos do Senegal. No mesmo abrigo, o Itamaraty confirmou que existiam outros oito adolescentes brasileiros.

Todos esperavam uma resposta das autoridades americanas para que eles pudessem ser deportados ou que fossem retornados ao Brasil. No caso de Vitor, o pai compareceu às autoridades americanas e conversou com pessoas no ICE para informar que ele gostaria que o filho retornasse ao país voluntariamente.

Depois de duas semanas, Vitor e Renato puderam embarcar para o Rio de Janeiro. A família de Vitor fez festa no aeroporto. Aos jornalistas, Vitor fez questão de dizer que não foi uma das melhores experiências de sua vida, mas não deixou de pensar em retornar aos Estados Unidos para estudar, mas agora, com o visto correto.

Vitor Fraga não foi deportado, ele recebeu uma autorização para retornar ao seu país de origem e o visto não foi cancelado.

Imigração

Agente de Fronteira morre, outro fica muito ferido no Texas. Mas existem dúvidas sobre o caso!

A dúvida maior é sobre as circunstâncias do incidente: ele foi assassinado ou foi apenas um acidente de trabalho?

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(ABC)

DA REDAÇÃO – Ainda existem muitos detalhes que não foram divulgados e dúvidas não solucionadas no caso em que o FBI descreve como “trágico incidente” que acabou matando um agente de fronteira e deixou um segundo em sérias condições.

O FBI conta que os dois oficiais foram encontrados feridos tarde da noite do sábado (18) no sul do Texas.

Rogelio Martinez, 36, não resistiu aos ferimentos e morreu no domingo de manhã no hospital. O parceiro dele, que não foi identificado, segue hospitalizado e a situação dele é considerada grave.

Os dois sofreram vários traumas na cabeça e outros ferimentos como ossos quebrados, de acordo com o FBI que lidera as investigações. Ainda não saiu o resultado da autopsia de Martinez.

Porém, não houve ainda uma explicação sobre o que houve, os policiais texanos – incluindo o governador Greg Abbott e o Sen. Ted Cruz – descreveram o incidente como um ‘ataque’. O presidente Donal Trump aproveitou a oportunidade para levantar mais questões favoráveis para a construção do muro na divisa com o México e disse que o agente foi brutalmente espancado.

 

Mas em Culberson County, and os dois oficiais foram feridos, o xerife local pinta uma outra cena, sugerindo que ao “Dallas Morning News”, que os investigadores teriam acabado se envolvendo em um acidente durante o turno da noite.

“A evidencia não é obvia sobre o que aconteceu lá”, disse Oscar Carrillo, o xerife de Culberson County ao jornal.

Oficial Rogelio Martinez, 36 anos, morto na fronteira do México. Ele não foi baleado. (ABC)

Martinez e seu parceiro estavam patrulhando a I-10 no Setor Big Bend, que corre ao longo da fronteira EUA-México, quando eles responderam a uma atividade suspeita, diz a Patrulha de Fronteira americana (CBP). Porém, o órgão não especifica qual é o tipo de atividade suspeita que eles teriam saído para averiguar.

Depois de responder, o parceiro de Martinez reportou que eles estavam feridos e precisavam de ajuda. Eles foram encontrados 12 milhas a leste da cidade de Van Horn, por volta das 11:20 da noite de sábado, segundo o FBI.

Um porta voz da CBP disse que Martinez não foi baleado.

Ele estava na polícia de fronteira desde 2013.

O presidente Donald Trump citou o incidente como um dos motivos de que os Estados Unidos precisam construir o muro – que é uma promessa de campanha – ao longo da fronteira com o México.

“Como você sabe, perdemos um oficial da Patrulha da Fronteira ontem e outro foi brutalmente espancado e muito muito maltratado”, disse Trump nesta segunda-feira (20). “Parece que ele vai conseguir, mas muito mal”.

No domingo, Trump usou o twitter para ameaçar os responsáveis pelo incidente:

“Nós vamos caçar e trazer para a justiça os responsável. Nós vamos e devemos construir o Muro”.

Na segunda-feira, o governador do Texas Greg Abbot, anunciou uma recompensa de $20 mil dólares para qualquer um que der informações que levem à prisão e condenação de quem quer que seja que tenha matado o oficial Martinez e ferido o seu parceiro.

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Imigração

Gangue que ataca imigrantes indocumentados em Palm Beach é alvo da polícia

Seis pessoas foram presas e acusadas de dois homicídios e roubos à mão armada na região de Palm Beach

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A gangue MS-13 que aterroriza várias cidades americanas. (InfoWars)

LAKE WORTH, FL – O Xerife de Palm Beach, Frank DeMario, disse que está em busca de membros de uma gangue, chamada de MS-13, que ataca trabalhadores indocumentados.

DeMario disse aos jornalistas que quer dar o alerta aos imigrantes indocumentados que podem denunciar e dar pistas sobre a gangue sem medo de ter seus nomes entregues aos órgãos federais de imigração.

Policiais prenderam Victor Manuel Fuentes, de 20 anos e outros cindo adolescentes entre 16 e 17 anos de idade, acusados de estarem envolvidos em roubos à mão armada e outros dois homicídios.

Eles foram todos identificados como membros da gangue MS-13 e são todos indocumentados. Segundo o xerife, apesar da prisão, nenhum demonstrou arrependimento pelos crimes cometidos.

“Nós não vamos caçar pessoas para ver se são ou não ilegais”, disse DeMario. “Nós nem temos tempo para fazer o que precisa ser feito, e eu sei que a polícia federal também não vai fazer isso. Então, vocês sabem que estamos procurando criminosos, pessoas que vem até aqui para cometer crimes, assassinatos”, comentou o xerife.

O Sargento Christopher Karpinski disse que eles encontraram dois membros da gangue quando estavam investigando dois assassinatos em 30 de outubro e outro dia 05 de novembro, e outros três assaltos à mão armada em Lake Worth. Fuentes estava com a arma que os policiais acreditam que foi utilizada nos crimes.

“Nossos suspeitos procuram suas vítimas (imigrantes indocumentados) porque eles acreditam que essas pessoas não vão denunciá-los à polícia”, disse o Karpinski.

“Nós afirmamos sempre: ‘não interessa quem são nossas vitimas em Palm Beach County, nós vamos trabalhar no seu caso”

De acordo com os policiais, Fuentes disse que um “demônio estava dentro da cabeça dele e o fez puxar o gatilho” quando ele matou Lucio Velasquez-Morales às 7 da manhã do dia 30 de outubro. Depois de roubar o imigrantes indocumentado que tinha 33 anos, ele deu dois tiros na vitima: um no coração e outro no fígado.

Octavio Sanchez-Morales, de 25 anos, também imigrante indocumentado, é a outra vítima de Fuentes. Ele estava indo de bicicleta para o trabalho no último dia 05 de novembro quando foi abordado por Fuentes que o roubou e atirou na boca de Morales e no braço e o deixou ali até a morte.

“Essas vitimas são alvos específicos por conta de quem eles são”, disse o sargento a respeito dos dois mortos.

O presidente Donald Trump: “vamos destruir esses animais” (divulgação)

O sargento disse ainda que dois dos acusados são de Honduras e outros quatro de El Salvador. Todo são indocumentados. As investigações continuam.

“Nós não só devemos mas vamos cooperar com nossos parceiros do ICE”, disse o Xerife DeMario.

Em julho o presidente Donald Trump prometeu que iria “destruir” os “animais” do MS-13 e que as autoridades federais iriam manda-los para a prisão e de volta aos seus países de origem.

Mas o sargento Karpinski disse que os seis presos não estão relacionados com a operação “Raging Bull”, do ICE e PBSO que já prendeu 267 membros da gangue MS-13.

O Xerife disse que qualquer pessoa que tiver informações sobre qualquer membro da ganhe pode ligar para o Disque Denuncia de Palm Beach e se manter anônimo no 1-800-458-8477.

 

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Imigração

Brasileiro, ex-informante do ICE, vai poder ficar temporariamente nos EUA

A permanência de Renato Filippi não tem prazo para acabar, mas os juízes pediram mais tempo para analisar o caso.

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O brasileiro Renato Filippi, ex-informante do ICE. (Reprodução/Internet)

BOSTON, MA – A justiça americana concedeu ao brasileiro Renato Filippi, de 58, que era informante do ICE, a residência temporária enquanto o caso não tem uma solução definitiva.

O brasileiro, que foi notícia na tv americana e em diversos veículos de comunicação pelo país, recebeu uma ordem de deportação para sair dos Estados Unidos no último dia 06 de novembro.

Segundo informações da do jornal Boston Globe, Filippi pode ter mais tempo para cuidar da sua estratégia de defesa. O Primeiro Circuito de Apelações de Boston informou que vai necessitar de mais tempo para rever o caso do ex-informante do ICE. A decisão saiu no início de novembro.

Três juízes responsáveis pelo caso divergem sobre a solução e por isso vão revistar o processo. Eles não chegaram a um consenso sobre as questões jurisdicionais e os méritos da petição. Apesar da decisão, não foi definida quanto tempo ele poderá ficar por aqui.

Um dos advogados de Filippi diz que a decisão não é comum. “É muito incomum esse tipo de decisão. Muitas pessoas entram com esse tipo de pedido todos os dias  e raramente alguém tem sucesso”, diz Robert McDaniel sobre a decisão.

ENTENDA O CASO
Filippi entrou nos Estados Unidos pelo México, em 2002, com a ajuda de coiotes. Ele foi preso mas diz que as autoridades americanas o “recrutou” para servir como informante confidencial e levantar informações sobre as pessoas que o ajudaram na entrada no país.

Ele alega que foi lhe prometido que poderia ficar nos Estados Unidos permanentemente. Agora que ele enfrenta um processo de deportação, ele diz que sofre ameaças de morte no Brasil e teme pela sua vida se retornar.

Filippi tem um Social Security e também uma driver’s license, além de trabalhar de gerente numa empresa de “guarda-volumes”. Ele trouxe a esposa e a filha do Brasil e comprou uma casa. Em 2015, quando ele aplicou para o pedido de asilo humanitário, o Board of Immigration Appeals disse que não existia um caso e indeferiu o pedido.

Uma das obrigações do brasileiro há anos é fazer “check in” regularmente no ICE (Immigration and Customs Enforcement) como parte da “ordem de supervisão”. Durante uma dessas “visitas” ao ICE, no último dia 5 de setembro, em Manchester, ele recebeu uma notificação de que ele deveria deixar o país em 60 dias.

Ele processou o governo para que seu caso fosse visto. Um juiz federal em New Hampshire disse que não tinha poder sobre o processo, então ele levou o caso até a corte de apelação. Ele também pediu ao Conselho de Requerimentos de Imigração para reabrir seu caso por conta da notificação de deportação de 5 de setembro.

 

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