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Especial

Lea Michele posta mensagem em homenagem ao ex-namorado Cory Monteith

Dois anos depois da morte precoce de Cory, a ex-namorada relembra com alegria o ator que era protagonista da série Glee e deixou milhões de fãs órfãos pelo mundo.

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Cory Monteith
Cory Monteith

Cory Monteith

Já faz dois anos que Cory Monteith deixou vários fãs de Glee órfãos por conta de sua morte precoce. No dia 13 de julho de 2013, o ator de 31 anos morreu depois de uma mistura exagerada de drogas. Ele foi homenageado pela série de TV onde era um dos protagonistas e também deixou a namorada, Lea Michele, completamente inconsolável.

O dia é inesquecível, assim como o ator. Lea Michele fez questão de postar uma homenagem em uma de suas redes sociais para homenagear o ex-namorado.

“Hoje nós lembramos o riso e a alegria que você trouxe para nossas vidas todos os dias. Nós sempre pensamos em você e te amamos muito”, escreveu Lea que postou uma foto dela dirigindo.

 


Cory foi encontrado morto num quarto de hotel em Vancouver, no Canadá. A mistura letal foi álcool e heroína, segundo informações da polícia local. Lea ficou sem falar com a imprensa durante algumas semanas e só depois deu uma declaração sobre a perda do então namorado na época.

Cory e Lea

Cory e Lea

A série da Fox também teve mudanças drásticas. Ryan Murphy, criador de Glee, escreveu um episódio que foi ao ar, homenageou o ator e o personagem. “The Quarterback” se passava um mês depois da morte de Finn e nunca foi mencionado entre os personagens as razões da morte de Finn Hudson.

Todos os takes desse episódio foram rodados apenas uma vez, por conta da emoção do elenco. Foi a maior audiência da temporada atingindo um público de 7,4 milhões de pessoas só nos Estados Unidos.

A quinta temporada atrasou, por conta de rearranjos que foram feitos para suprir a falta de Cory no elenco. Segundo o criador Ryan Murphy, ele já tinha pensado na última cena da série, e Cory estaria presente. A dinâmica que levaria ao desfecho teria que ser alterada, e o fim do coral seria a solução naquele momento.

Glee encerrou um ciclo e também um geração na televisão mundial este ano, com a exibição da sexta e última temporada. Dois anos depois da morte do ator, os fãs ainda relembram os bons momentos.

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Especial

Dr. Rey, candidato à presidência do Brasil: “Matou aos oito, tem que responder como adulto”

O presidenciável e médico reconhecido mundialmente, Dr. Rey, esteve na Flórida onde participou de palestras e workshops com médicos brasileiros.

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Dr. Rey vai sair candidato pelo PRONA do Dr. Eneas Carneiro. (Divulgação)

DA REDAÇÃO – Doctor Rey, o famoso cirurgião plástico das estrelas, conhecido nos mundo inteiro como o Dr. Hollywood, esteve na Flórida pra uma série de palestras com profissionais da área. A maioria deles, médicos brasileiros.

Em entrevista a Rádio Gazeta News, ele voltou a falar de política e sobre a candidatura dele à Presidência da República. O médico já tem até partido, ele vai concorrer ao cargo pelo PRONA, que ficou famoso quando lançou outro médico: Doutor Enéas Carneiro.

“Nosso país está em chamas. Aécio, Bolsonaro, Lula, Marina é tudo a mesma porcaria de sempre. Até a direita está passando a perna no Brasil”, disse o médico durante a entrevista disponível nas redes sociais.

Rey, que é formado em medicina com especialização em cirurgia plástica e também tem mestrado em economia, tem várias propostas polêmicas, entre elas, a redução da maioridade penal.

“Matou aos oito anos, tem que responder pelo crime como adulto”

A citação se faz em referência ao sistema penal americano. No país, menores infratores, dependendo dos crimes cometidos, são julgados como adultos e podem até receber a pena capital, dependendo do estado em que eles estão sendo julgados.

Além disso, ele acredita que a privatização das prisões seja uma boa saída para a melhora no funcionamento do sistema carcerário brasileiro. Ele volta a citar o modelo americano: “As cadeias americanas produzem tudo o que você imagina: móveis, peças de carros. Presidiário tem que trabalhar!”, explica.

O Brasil é um dos países que mais gasta com a máquina pública. Todos os anos são cargos e salários estratosféricos o que tem impacto imediato na economia. Rey pretende diminuir essa conta e diz que a primeira atitude é diminuir o número de ministérios.

“Aqui nos Estados Unidos são 15 ministérios, um país maior que o Brasil. Já o nosso Brasil tem 40. É um absurdo!”, comenta.

Entre outras tantas ideias, o médico das estrelas defende o fim do SUS e quer definir a economia brasileira baseando-se em exemplos de “tax bills” americanos, o chamado “Free Market Society”.

“Nem direita, nem esquerda; quero implantar o ‘Free Market Society’, um modelo dos Estados Unidos que quero para o Brasil”, enfatizou.

 

 

 

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Especial

Jennifer Hudson entra com medida protetiva contra o ex!

O ex-marido foi retirado de casa pela ordem e briga na justiça pela guarda da criança.

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CHICAGO, IL — Um drama doméstico na vida da vencedora do Oscar, Jennifer Hudson, depois que a polícia foi atender um chamado na casa dela no sudoeste de Chicago.

A cantora e atriz obteve uma ordem protetiva contra o ex-noivo David Otunga.

Na petição, ela diz que Otunga a ameaçou e a violentou. No documento, Jennifer diz: “Agora eu estou vivendo com medo!”

A polícia diz que Otunga foi retirado da casa do casal em Burr Ridge, Illinois, na quinta-feira (16) depois que ele foi notificado pela ordem.

O chefe de polícia daquela localidade, John Madden, disse à Associated Pressa que Otunga deixou a casa sem oferecer resistência.

A ordem contra Otunga feita a pedido de Jennifer Hudson. (CBS-Chicago)

O advogado da ex-estrela do WWE, Tracy Rizzo, disse que Hudson entrou com o pedido “num esforço para ganhar uma vantagem não muito honesta sobre ele na disputa da custódia do filho mais novo do casal que hoje tem oito anos de idade.

Rizzo diz que Otunga nunca obusou de Jennifer e evoca a proteção da ordem do mérito, dizendo que a cantora fez falsas alegações contra o ex-marido. O advogado completa dizendo que Otunga é o provedor do filho.

Ainda de acordo com o advogado de David, ele solicitou que a audiência que estava marcada para o dia 7 de dezembro, que seja antecipada para o dia 21 de novembro, para que Otunga possa passar o feriado de Thanksgivving com o filho.

O representante da cantora não se manifestou.

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Especial

São Francisco tem o menor índice de casos de HIV da história

Números estão em queda e seguem uma tendência no país.

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SÃO FRANCISCO, CA – A cidade de São Francisco, na Califórnia, registrou o menor índice da história em se tratando de novos casos de HIV. Foram 223 novos casos em 2016, o menor índice registrado na cidade em referência aos 329 casos de 2014. A cobertura de tratamento antirretroviral e as taxas de carga viral indetectável de pessoas em tratamento bateram recordes. 

A doutora Susan Scheer, PhD e diretora da Seção de Epidemiologia do HIV no Departamento de Saúde Pública da Cidade de São Francisco, é a responsável pela análise dos dados em conjunto com alguns outros profissionais do departamento.

Segundo ela, o resultado é uma somatória de esforços da equipe com programas de prevenção e de tratamento de HIV, como o “Getting to Zero San Francisco” – que conta com a participação de organizações comunitárias, de saúde e academicas.

A campanha lançada em 2010 tem como objetivo zerar novas infecções pelo HIV, mortes associadas ao vírus e o estigma e a discriminação sofridos por que está infectado na área de São Francisco.

São oferecidos a terapia antirretroviral independentemente da contagem de células CD4, além de teste de HIV e programas específicos para pacientes com o vídeos que abandonaram o tratamento.

Em 2012, o tratamento passou a ser oferecido no mesmo dia do diagnóstico. A profilaxia pré-exposição, o famoso PrEP, foi incluído no programa em 2013.

A queda nos novos diagnósticos de HIV em São Francisco segue uma tendência geral nos Estados Unidos. Segundo os dados divulgados, os números na cidade caíram de 473 casos em 2009, para 329 em 2014 e alcançou essa marca de 223, no ano passado.

OUTROS NÚMEROS
A proporção de novos diagnósticos aumentou entre homens asiáticos, naturais das ilhas do Pacífico, latinos e entre homens que fazem sexo com homens.

A ligação ao tratamento em 3 meses aumentou de 85,8% em 2009 para 91,8% em 2014. O inicio do tratamento no prazo de um ano após o diagnóstico aumentou de 63,2% para 90,7%.

A supressão viral dentro de um ano do diagnóstico aumentou de 49,2% para 82,3% e a proporção de pacientes que desenvolveram aids em 3 meses diminuiu de 26,9% para 16,4%.

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