Oscar 2015: Um breve resumo num comentário de Facebook

O que eu vi, como me comportei e o que eu achei da cerimônia do Oscar. Curto e grosso, simples e de fácil digestão, como num comentário no Facebook.

, da redação do PS paulosergio Publicada no dia 23/02/2015 às 10:56 Atualizado às 11:02 do dia 23/02

Alejandro Iñarritu recebe prêmio de melhor filme por "Birdman" (Divulgação)

Alejandro G. Iñarritu recebe prêmio de melhor filme por “Birdman” (Divulgação)

Eu assisti ao Oscar na noite deste domingo (22) e, ao contrário de muitos jornalistas e colunistas brasileiros, gostei do que vi. Mais pela cerimônia bem amarrada do que pela performance do host, o ator Neil Patrick Harris.

Ele mandou super bem no Tony, gosto dele fazendo como na abertura, mas a cerimônia privilegia o espetáculo. Por outro lado, acho que a questão da falta das piadinhas mais fortes e coisas do tipo – o que acontecia nas enfadonhas cerimônias protagonizadas pelo chato Billy Cristal nos anos 90 (tentaram ressuscita-lo em 2012 mas não deu muito certo) – é justamente por conta da globalização do evento.

Antigamente as piadas eram feitas só pra americano entender. Hoje, com internet, ficou tudo muito mais fácil. Eu curti o Neil lá. Fiz um comentário num post do meu amigo Jeff Benício sobre o Oscar e faço questão de reproduzi-lo aqui. Acho que resume muito bem o que eu vi, o que senti e o que eu acho que foi mal e foi bem.

“Não assisti com tradução simultânea porque perde a graça. O Neil é foda… a Gaga me surpreendeu. Jennifer Hudson me emocionou. John Legend também. Chorei com o elenco de Selma. Jared Letto tava muito ano passado. Matthew Mcconaughey me passou a impressão de que realmente não curte desodorante e fica com cheiro “natural” pra sempre…

Os prêmios foram OK. Surpreendeu Whiplash, não curti o Michael Keaton fazendo o tipo: “sou foda” na plateia, teve que engolir o Eddie Redmayne, fofo e emocionado. Juliane Moore é uma fofa e uma das minhas mais bacanas entrevistadas de todos os tempos – olho no olho e um puta sorriso.

Patricia Arquette também me emocionou, mas ela esqueceu que prêmios como ator e atriz coadjuvante tem um tempinho maior pra falar, me catapultou praquelas cerimônias que a orquestra começava a tocar alto em cima do vencedor. Deixaram ela falar tudo!! O Alejandro González Iñárritu mereceu, o Sean Penn é que foi um grosso e estupido ao perguntar quem deu o green card para o mexicano, não pegou bem.

Sobre mais um Oscar que bateu na trave para o Brasil? Puxa… Eu já sabia. Citizen Four foi quase um prêmio de protesto. Errou foi a tiazinha que fez o filme naquele vestido de bolinhas ridículo que até o Neil comentou!!! hehehehehe”

Leia o post anterior:
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