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Derrotada nas urnas, Myrian Rios, ex de Roberto Carlos quer voltar para a TV

Atriz diz que não faria papel de lésbica e que sempre escolheu seus personagens na televisão. Ela vai comandar um talk show em emissora católica e vai produzir sua própria minissérie.

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Myrian Rios: "A TV de hoje não tem conteúdo" (Divulgação)
Myrian Rios: "A TV de hoje não tem conteúdo" (Divulgação)

Myrian Rios: “A TV de hoje não tem conteúdo” (Divulgação)

Ela começou na televisão aos 16 anos, em “O Feijão e o Sonho” e lá em 1976 emendou outras duas novelas ainda naquele ano. Só foi parar em 2001 quando esteve em cena pela última vez na novela de Glória Perez, “O Clone”, na TV Globo. Myrian Rios é um dos rostos inesquecíveis e marcantes da televisão brasileira por conta dos inúmeros papéis em quase 40 anos de carreira. “Comecei com 16 anos e acabo de completar 56”, conta a atriz em conversa com a SPOT.

Nos últimos quatro anos fora dos holofotes do showbusiness, Myrian esteve na política atuando como deputada e agora resolveu voltar à carreira que a consagrou depois de uma derrota nas últimas eleições: “Experimentei e descobri nesses últimos quatro anos que a política é cruel. Eu pretendo retomar a minha carreira de atriz”, revelou. São quase 14 anos sem atuar na TV. Nesse período, ela esteve exercitando o lado de apresentadora em programas religiosos em emissoras como “Canção Nova” e agora, segundo ela, deve voltar num talk show na TV Aparecida. “Apesar de ser uma rede católica, não é um programa religioso. É um programa de atualidades”, explica. “Eu tô com um projeto de fazer festa e eventos. To abrindo o leque. E claro, que se eu puder continuar fazendo os projetos sociais que vinha fazendo como deputada, gostaria muito”, esclarece. “Quero continuar evangelizando”, arremata.

Depois de uma declaração polêmica em que comparou erroneamente a homossexualidade com a pedofilia em plena tribuna na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro onde acabou se retratando, ela disse à nossa coluna que não faria um papel de homossexual na televisão. A justificativa é simples: em 40 anos de carreira sempre pode escolher o que fazer. “Há 40 anos eu sempre escolhi o personagem que eu vou fazer. Não só hoje, mas antigamente, quando havia um momento mais picante com o meu personagem eu me reunia com a direção e com o autor e pedia para dialogar sobre os personagens. Sempre fiz isso. Não é porque é um casal de lésbicas ou uma prostituta ou uma freira. Independe do personagem eu sempre conversei com os autores com relação ao meu personagem”, argumentou.

Myrian Rios é maquiada para gravação no Rio. (Divulgação)

Myrian Rios é maquiada para gravação no Rio. (Divulgação)

Ela chegou a citar um episódio do “Você Decide”, de 1992, em que contracenou com Giovana Antonelli e foi dirigido por Fábio Barreto. “Nós precisávamos estar mais ou menos sensuais em cena. E nós não queríamos estar. Nem eu e nem ela. Nós pedimos pra ele: ‘Fábio Barreto, dá pra melhorar a situação?’ E ele deu uma declaração nO Globo, no Segundo Caderno, dizendo que era muito difícil trabalhar com a Myrian Rios e que é melhor trabalhar com a Vera Fischer. Quer dizer, to testemunhando que é mesmo!!”, relembrou. No episódio, o marido dela, interpretado por Humberto Martins, dava em cima da irmã novinha, interpretada por Antonelli.”Não é agora, que abriu para muitos outros tipos de temas polêmicos que eu vou deixar de conversar. Eu sempre conversei. Sempre discuti as minhas cenas e novelas ou minisséries. Independente do momento atual ou anterior”, pondera sobre a possibilidade de voltar a atuar numa produção na televisão.

A atriz compara o mercado de hoje com o de 40 anos atrás e diz que naquela época existia mais conteúdo. “Hoje em dia é tudo muito mais descartável. Muito mais comercial. Naquela época acho que tinha mais conteúdo. “A Moreninha”, “O Feijão e o Sonho”, “Escrava Isaura”, novelas de época, até “Coração Alado”, de Janete Clair, tinha uma mensagem. Não sei se é porque o mundo está mais rápido, mais efêmero, eles fazem as coisas mais descartáveis e mais rápido. E isso, não é muito o meu perfil”, explica. Para voltar a atuar, além de estar a frente de um talk show, ela deve produzir sua própria minissérie. “Pretendo eu mesma produzir uma coisa bacana, uma minissérie, alguma coisa”, finaliza.

Apesar de negar fazer cenas mais sensuais na televisão, Myrian Rios já fez fotos nua para ensaio da revista “Lui”, em julho de 1978. No ano seguinte, voltou a posar sem roupa por mais duas vezes para edições da revista “Ele & Ela”. Esses ensaios causaram constrangimento ao então namorado, o rei Roberto Carlos, que optou por comprar das editoras todos os direitos sobre as fotografias, vedando que as fotos viessem a ser usadas novamente em qualquer publicação.

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Versão brasileira de “A Very Potter Musical” encerra curtíssima temporada com gosto de quero mais

Espetáculo resume a vida de Harry Potter numa sátira criada nos Estados Unidos, merece estar num grande palco como aconteceu com outras montagens da UniRio.

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"A Very Potter Musical": montagem espetacular brasileira (Bruna Mayer / Divulgação)

"A Very Potter Musical": montagem espetacular brasileira (Bruna Mayer / Divulgação)

“A Very Potter Musical”: montagem espetacular brasileira (Bruna Mayer / Divulgação)

Alguns estudantes americanos resolveram resumir a história do bruxinho mais famoso do mundo em algumas horas de pura diversão. Isso aconteceu em Michigan, nos Estados Unidos e virou febre na internet por conta do jeito debochado em que explicam num musical, as aventuras de Harry Potter.

A Very Potter Musical” ganhou na semana passada uma versão brasileira pelos alunos de escolas federais capitaneados por Julio Angelo sob a orientação de Rubens Lima Junior. Para situar, o orientador do espetáculo é ninguém menos do que o responsável pelo estrondoso sucesso da versão brasileira do musical “The Book of Mormon” que recebeu elogios rasgados de ícones do teatro como Fernanda Montenegro e também da saudosa Bárbara Heliodora.

Como aconteceu com outras montagens da UniRio, filas intermináveis marcaram os poucos dias da temporada que se encerra nesta segunda-feira (03). O motivo: um espetáculo incrível que vale cada segundo, minuto ou hora de espera.

O diretor Julio Angelo conseguiu juntar no palco um Harry Potter tão carismático quanto Darren Chris – da montagem americana. Gabriel Contente tem semelhanças com o Harry que acostumávamos ver nos filmes protagonizados por Daniel Radcliffe. É de se apaixonar pelas caras, bocas e a interpretação precisa do bruxo que tem de derrotar Voldemort.

O diretor Julio Angelo disse, em conversa com o site, que o teste de Gabriel Contente foi certeiro. “Estávamos fazendo a seleção de elenco e soube que o Gabriel faria a audição. Por mim, ok. Mas ele me deixou de queixo caído”, disse o diretor. Gabriel está para o espetáculo “A Very Potter…” assim como Tassy de Campos está para “Cássia Eller – O Musical”.

Porém, apesar da pouca idade do personagem, a adaptação está longe de ser uma montagem para crianças.

Gabriel e Ingrid são Harry e Hermione (Bruna Mayer / Divulgação)

Gabriel e Ingrid são Harry e Hermione (Bruna Mayer / Divulgação)

Prepare-se para ver em cena um Dumbledore hilário interpretado por Lucas Rocha. Caracterizações e textos remetem diretamente aos oito filmes da saga. Porém, algumas situações podem deixar o fã da série um pouco chateado, mas essa era a ideia de Darren Chris e do grupo StarKid, nos Estados Unidos.

Com o texto e as piadas adaptadas para o Brasil, é impossível não deixar de zoar algumas situações do cotidiano brasileiro e até ver alguns personagens fazendo o passinho.

Ingrid Klug dá um show de interpretação musical na pele de Hermione Granger. É de emocionar os solos e também a entrega dessa atriz que – como diz no programa – merece um 10! Guilherme Neto rouba a cena com entradas esporádicas de Neville Longbottom – prestem muita atenção nesse garoto de poucas falas e uma grande expressão!! Além de um show de sapateado com Elisa Caldeira interpretando uma Cho Chang loira hilária. Jeff Fernandéz (Rony Weasley) é a versão brasileira de Jack Black. Entendedores entenderão.

Ah! Não se assuste: Cedrico brilha no escuro – numa referência direta ao ator Robert Pattison que estrelou a saga Crepúsculo depois da série Harry Potter.

O espetáculo é grandioso, com algumas cenas em que mais de dez atores sobem ao palco. Portanto, merece deixar o pequeno e apertado espaço do teatro da UniRio, na Urca, para ganhar palcos ainda maiores como o que aconteceu com “The Book of Mormon”, que lotou a grande sala da Cidade das Artes em sessões concorridíssimas.

Faltam ajustes pequenos em algumas cenas e sobra talento e força de vontade aos estudantes envolvidos. Pra quem nunca viu Harry Potter a vontade que fica após três horas de espetáculo é ver todos os filmes numa maratona em casa.

“A Very Potter Musical” tem uma sessão extra nesta segunda, às 14h e a última apresentação às 19h. É bom chegar cedo para conseguir uma pré-senha.

“A Very Potter Musical”
Últimas Apresentações
Teatro da UniRio
Av. Pasteur, 296 – Urca
Sessões: às 14h e às 19h
Distribuição de senhas a partir do meio dia.

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Fotos exclusivas e os bastidores do ensaio do jogador mineiro que ficou nu na web

Conheça Wanderson Monteiro, o fotógrafo baiano de 26 anos que fez o ensaio e prepara outras três exposições com fotos sensuais.

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Paulo Roberto Junior no ensaio de Wanderson Monteiro: nu artístico polêmico

Paulo Roberto Junior no ensaio de Wanderson Monteiro: nu artístico polêmico

Um jogador de futebol brasileiro causou alvoroço nas redes sociais por conta de uma foto que ele postou completamente nu. Uma foto artística feita por um profissional de Juiz de Fora que completa 15 anos de carreira este ano. O atleta Paulo Roberto Junior, jogador do Tupi de Minas Gerais, posou para as lentes do fotógrafo baiano, Wanderson Monteiro.

“Foram duas horas de ensaio, mais de trezentos cliques”, explicou Wanderson num bate-papo exclusivo com o site. Wanderson mora há cinco anos e meio na cidade de Juiz de Fora e trabalha como fotógrafo para uma das mais badaladas danceterias da cidade, a Privilège Club.

O atleta estava precisando fazer novas fotos para um catálogo de uma agência de modelos. “Desde cedo faço ensaios fotográficos, já fiz desfiles, gosto do trabalho”, disse o zagueiro ao GloboEsporte.com. “Eu que propus o nu artístico. Ele não tinha ciência que faria o nu. Sabia que seria um ensaio sensual, de cueca apenas”, explica Wanderson.

Mas a desenvoltura do atleta frente à câmera foi o que mais chamou a atenção do profissional que prepara uma exposição só com fotos de nu artístico. “No momento de fotografar ele não teve nem um pouco de vergonha. Ficou muito a vontade. Eu jamais forço alguém, mostro o que eu gostaria de fazer e as pessoas topam”, conta sobre os bastidores.

Foto Exclusiva do ensaio: ainda existem mais de 30 fotos inéditas!

Foto Exclusiva do ensaio: ainda existem mais de 30 fotos inéditas!

A expressão corporal é o que Wanderson explora nas fotos que faz de nu artístico. “Eu tenho mais fotos que tem esse apelo da expressão corporal. Eu adoro fazer nu, tenho feito muito isso. Estou passando por um processo de estudo”, explica. Desde o início de julho o fotógrafo tem uma exposição montada na Privilège de Buzios.

“Privilege People é uma exposição que mostra o clima da noite e a feminilidade que a boate tem. É um colírio para os homens. A gente vê mulheres felizes – e muito felizes – em poses sensuais. Sempre com muito apelo da expressão corporal que é o que me atrai”, comenta.

Até o final do ano, Wanderson deve fazer três exposições fotográficas. “Cueca Branca” seria a primeira. “São somente homens usando cueca branca”, explica dizendo que Paulo Roberto não estará nesta exposição. “Até tem fotos dele assim, mas preferia colocá-lo sem”, brinca.

O fotógrafo revela que existem muitas fotos ainda inéditas do ensaio de Paulo Roberto Junior. “Liberei umas fotos que tem um apelo comercial maior e que não chegam a ser demais. Devo ter ainda umas trinta fotos das mais de 300 clicadas”, conta.

A outra exposição será só com fotos Polaroid. “Apesar de mais lúdica, essa exposição também tem um conceito de sensualidade”, conta. Já a terceira, e mais cara, será Luxúria. “Não precisa de muita explicação, não é?”, comenta.

Wanderson disse que a sessão de fotos com o zagueiro do Tupi aconteceu há quatro meses. Ele garante que o jogador gostou muito do resultado e que toparia, com tranquilidade, uma nova sessão de fotos. “Ele é muito profissional. Gostou do resultado. Tenho certeza que ele toparia fazer um novo ensaio, até mais ousado!”, finaliza.

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Finalistas do “Superstar” se reunem em show especial no Rio de Janeiro

Os finalistas do Superstar vão tocar ao vivo no palco do Citibank Hall. Ingressos já estão à venda.

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Scalene no Superstar (Divulgação / TV Globo)

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Depois de uma final emocionante – que alcançou bons índices de audiência – o “Superstar” volta a reunir os finalistas num show aberto ao público no Citibank Hall, no Rio de Janeiro.

No próximo dia 08 de agosto estarão no mesmo palco, ao vivo, as bandas Dois Africanos, Versalle, Scalene e os vencedores Lucas & Orelha.

Foram três meses de reality show e uma corrida pelo título de “superstar” que acabou ficando com os baianos Lucas e Henrique, o Orelha. Os dois, de 19 e 17 anos, já estão na produtora de MC Gui e prometem novidades para os próximos meses, inclusive, um single com o novo “parceiro”.

“A gente tá fechando uma parceria. Vai sair muita coisa juntos, com muitos shows. Nós os procuramos e eles aceitaram a nossa proposta e foi bom para os dois lados”, explica MC Gui em conversa com o site.

Já a Scalene, formada em 2009 num dos mais importantes berços do rock, a capital federal de onde saíram várias bandas como Legião Urbana e Capital Inicial, promete estremecer as estruturas do Citibank Hall. Eles passaram por problemas na última música da final. Mas o vocalista Gustavo Bertoni fez questão de esclarecer tudo.

“Normalmente tem um metrônomo que traz algumas coisas do instrumental e a voz é sempre ao vivo. Rolou o metrônomo e um silêncio que nunca houve antes. Entrou o piano solto”, explica o vocalista.

Os ingressos para o “Festival Superstar” já está rolando nos pontos de vendas espalhados pelo Brasil e também na bilheteria do Citibank Hall. Eles custam de R$40 (pista/meia) à R$200 (camarote/inteira). Para quem quer comprar via internet, a Tickets for Fun é a responsável pela comercialização.

 

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