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Morre, aos 77 anos, o ator e diretor Hugo Carvana

Hugo Carvana estava internado desde o último domingo (28). Ainda não foram divulgados detalhes sobre a morte do ator e diretor.

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Hugo Carvana

Hugo Carvana

Morreu neste sábado (4), o ator e diretor Hugo Carvana, aos 77 anos no Rio. Ainda não foram divulgadas informações sobre a causa da morte e o local do sepultamento. Segundo a Globo News, ele estava internado desde o último domingo (28), no Hospital Pró-Cardíaco. Ele morreu de complicações causadas por um câncer no pulmão.

O último desejo do ator será atendido e ele será velado no Parque Lage, no Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro. O corpo será cremado na próxima segunda (06), no Memorial do Carmo, no Caju, zona portuária.

Carvana dirigiu os filmes,  “Vai trabalhar, vagabundo” (1973), “Se segura, malandro” (1977), “Bar Esperança, o último que fecha” (1982), “O homem nu” (1996), “Casa da mãe Joana (2007) e “Não se preocupe, nada vai dar certo” (2009). Dentre as novelas em que atuou, estão “Roda de fogo” (1986), “O dono do mundo” (1991), “De corpo e alma” (1992) e “Celebridade” (2003). Ele também ficou conhecido por interpretar o repórter policial Valdomiro Pena no seriado “Plantão de polícia” (1979-1981).

No site oficial, Carvana destaca que ele ficou marcado em sua trajetória por ter “um quê de malandragem” e que era um “ilustre suburbano de Lins de Vasconcelos”, filho da Costureira Alice Carvana de Castro e do comandante da Marinha Clóvis Heloy de Hollanda. O “malandro carioca” era um personagem recorrente em sua obra. O texto cita ainda que ele “nunca renegou sua origem simples”. Na juventude, para conseguir entrar no estádio e torcer pelo Fluminense, costuma se disfarçar de vendedor de balas e ambulante.

O perfil também o destaca como uma “Figura obrigatória nas mesas dos bares da noite carioca, cultivou amizade com grandes nomes da boemia e das artes – Roniquito, Ary Barroso, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, foram alguns”. “Através dessa vivência criou personagens que povoam o universo carioca, como o malandro Dino em ‘Vai Trabalhar Vagabundo’.”

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Dani Visco: arte em movimento e um só pensamento

A comunhão perfeita do corpo e a mente em foco perfeito para a composição do ator em qualquer obra em cena. Assim é Dani Visco!

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Dani Visco
Dani Visco

Dani Visco

O corpo. O movimento. A vida em pequenos detalhes no palco. O ator tem o corpo como ferramenta de transmissão, de comunicação, de protesto, de informação. O corpo. O toque. A respiração.

De volta às aulas de corpo, percebo a importância de estar sempre em dia. Sempre em movimento. Movimentos simples no compasso, no ritmo ou nem sempre.

Estar num palco dançando, se movendo, se comunicando. É mágico. Daniela Visco tira da gente o que há de mais incrível: a vontade de se superar, sem se machucar, respeitando os limites e fazendo acreditar que é possível.

Com o currículo recheado de grandes trabalhos, Dani é uma vitoriosa e divide suas conquistas com seus alunos. Procurando depoimentos de pessoas que trabalharam com ela, apesar de Nelson Rodrigues dizer que “toda unanimidade é burra”, nesse caso, a frase não condiz com a verdade. Todos dizem são unanimes sobre o encontro espiritual que tem com essa mulher.

“A Dani Visco trabalhou a parte corporal, que acabou me dando uma aula de espiritualidade. Foi uma preparação muito vasta e diferente. A Dani trabalhou a energia das cenas”, disse Déborah Secco sobre a preparação para o aclamado “Boa Sorte” onde interpreta uma portadora de HIV que acaba conhecendo o que é o amor durante um período muito triste da vida.

“A Dani proporcionou um encontro comigo mesmo”, eu diria a qualquer publicação que me perguntasse sobre a minha preparação como ator. Tive essa oportunidade. Estou tendo novamente. E estou aproveitando. É mágico. É mítico. É incrível!

Ela traz essa força, a proposta, de lá do cantinho em que ela se refugia. Ninguém sabe como e ao mesmo tempo é como se entendêssemos cada palavra, cada sensação vivida por ela.

Dani Visco consegue tirar da gente o mais alto poder de concentração, envolvimento em sala de aula, de forma que ninguém se dispersa e mantém a vibração como se fossem vários corpos e uma só mente.

Vale a experiência. Quando se tem um mestre que tem amor, paixão pelo que faz e entende que aquela sabedoria toda precisa ser dividida, o resultado é o verdadeiro aprendizado e, mais importante, paz.

Namastê!

Dani Visco com Monica Burity e Paula Águas na 10ª edição do projeto Sesc Solos de Dança. (Foto: Bruno Veiga)

Dani Visco com Monica Burity e Paula Águas na 10ª edição do projeto Sesc Solos de Dança. (Foto: Bruno Veiga)

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Veja o novo pôster, e o seu significado, do filme “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”

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jogos vorazes a esperança o final poster

Com a data de sua estreia chegando, os produtores da saga “Jogos Vorazes” começam a lançar vários pôsteres para aumentar ainda mais a expectativa.

Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), aperece com um vermelho forte e com o figurino apresentando partes como se fosse uma armadura, a representação do novo pôster trás o significado do amor, guerra, violência e sangue, além de estar sentada no trono do Presidente Snow.

Com direção de Francis Lawrence e roteiro de Danny Strong e Peter Craig. No elenco também veremos Josh Hutcherson como Peeta Mellark, Natalie Dormer como Cressida, Mahershala Ali como Boggs, Gwendoline Christie como Lyme, Liam Hemsworth como Gale, Sam Claflin como Finnick Odair, Julianne Moore como Presidente Alma Coin, Josh Hutcherson como Peeta Mellark, Jena Malone como Johanna Mason, Elden Henson como Pollux, Woody Harrelson como Haymitch Abernathy, Philip Seymour Hoffman como Plutarch Heavensbee, Stanley Tucci como Caesar Flickerman, Robert Knepper como Antonius, Willow Shields como Primrose Everdeen, Michelle Forbes como Lt. Jackson (Distrito 13),  Toby Jones como Claudius Templesmith, Evan Ross como Messalla e Stef Dawson como Annie Cresta.

 Com sua estréia marcada para o dia 19 de novembro deste ano, os produtores deixaram claro que várias surpresas ainda estão por vir.

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Corrupção, falcatruas e muita confusão marcam adaptação de Zenóbbia com Paulo Dalagnoli

Zenobbia tem estreia prevista para maio em Vitória e depois segue em turnê pelo país com passagem por cidades do interior do Paraná e também algumas capitais.

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Paulo Dalagnoli é Bebê

Paulo Dalagnoli, Fran Rorato e Rodrigo Corrêa

Elenco de Zenóbbia acompanha leitura da adaptação de Felipe Fontoura

O início de uma produção teatral é o coração do que vai ser visto no palco. A leitura, a discussão dos personagens, a criação e o encontro de cada ator com aquilo que vai acontecer no palco começa ali.

“Zenóbbia – A Secretária do Presidente” está justamente nessa fase. Escrita por Marcelo Aoiula e Ligia Ferreira, a irmã de Bibi Ferreira, a peça – que teve montagens clássicas nos anos 90, nos tempos em que o Brasil passava por maus bocados na política e economia – ganha agora uma adaptação com texto revisto por Felipe Fontoura.

O elenco se encontrou no Espaço Jaime Aroxa, na Barra da Tijuca, para mais um dia de ensaios e leitura da nova versão. “Estou empolgado. É um clássico. E qualquer semelhança terá sido mera coincidência”, diz Paulo Dalagnoli, que interpreta o Bebê um dos três protagonistas que é muito importante para a trama toda.

Impossível contar a história que é cheia de reviravoltas. Uma comédia jovem rasgada que vai fazer a plateia morrer de rir com as trapalhadas dos personagens em cena.

Porém, Felipe fez questão de atualizar as ações de Zenóbbia e a equipe que faz miséria no palco. Realmente, Paulo tem razão quando diz que qualquer semelhança com o momento atual do país é só coincidência.

A peça tem uma interação grande com a plateia e Zenóbbia é o centro das atenções. No elenco estão, além de Dalagnoli – que está no ar em “Malhação” como o sedutor Lírio – a atriz Fran Rorato e Rodrigo Corrêa. A direção fica por conta de Rogério Passos – diretor de algumas novelas e séries da Record e também da segunda temporada do “Tudo Pela Audiência”, de Fábio Porchat e Tatá Werneck, no Multishow.

A estreia acontece em junho na capital do Espirito Santo, Vitória. Depois, começa uma turnê pelo país já com algumas cidades do Paraná agendadas (Paranavaí e Cianorte), além de algumas capitais como Salvador e Fortaleza. Rio de Janeiro deve ter uma temporada mais longa da peça que também passa por São Paulo, tudo no segundo semestre. A produção da peça é da Dots – Projetos Culturais.

 

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