Conecte-se com a gente!

Matérias Especiais

“The Voice” se rende aos grandes calouros da TV

Participantes de outros programas de calouros e até “repetentes” foram as estrelas do primeiro dia de audições às cegas do reality da TV Globo que está na terceira temporada. Fernanda Souza surpreendeu como co-host do programa.

Publicado

em

Jurados se apresentam no The Voice (Divulgação / TV Globo)
Jurados se apresentam no The Voice (Divulgação / TV Globo)

Jurados se apresentam no The Voice (Divulgação / TV Globo)

Da mesma forma que Lulu Santos ficou chocado ao virar a cadeira para um “repetente” do “The Voice Brasil”, o espanto e a surpresa, foram esses os sentimentos das pessoas que acompanham esses realities na televisão ao ver Nise Palhares e Hellen Lyu na mesma edição de um novo programa de calouros.

O talento das duas é inegável e a luta que elas travam diariamente para se manter na mídia é digna de qualquer grande artista que começa pequenininho. Existem uma série de coincidências que convergem para o programa. Nise participou do “Ídolos” em 2010, na Record. Foi na etapa dos duetos que ela acabou derrotando o então também calouro, Chay Suede. Eles cantaram “Chega de Saudade” e por votação do público, Nise levou a melhor e ficou em terceiro lugar no programa.

Dessa vez ela viu uma disputa acirrada entre os “mentores” do programa para ficar com ela. No fim, Nise escolheu Claudia Leitte. A outra coincidência envolvendo as duas ex-Ídolos é que Hellen também ficou em terceiro lugar, mas na edição de 2009. A diferença é que no “The Voice” ela não teve edição especial, entrevista, nada. Foi a candidata escolhida para ficar atrás de uma cortina. Essa novidade foi a forma encontrada para que os telespectadores sentissem quase a mesma sensação dos mentores.

Os "mentores": Carlinhos Brown, Daniel, Lulu Santos e Claudia Leitte. (Divulgação / TV Globo)

Os “mentores”: Carlinhos Brown, Daniel, Lulu Santos e Claudia Leitte. (Divulgação / TV Globo)

Lembrando o grande “Show de Calouros” da TV, apresentado por Silvio Santos nos idos dos anos 80, e que ficou no ar por 23 anos, foi a participação de uma drag queen, a Deena Love. O interprete fez questão de aparecer numa entrevista ao lado dos pais e dos avós usando barba. Depois, no palco, ele se transformou em “Deena”. Lulu Santos e Claudinha viraram primeiro. Ficaram muito chocado com o que viram. Porém, Lulu fez uma ode à diversidade. Deena escolheu o roqueiro.

A receita do programa é emocionante, ainda mais se o “comprador da fórmula” usá-la exatamente como diz a bula. A edição é primorosa, o palco é muito bem iluminado e os jurados já estão no terceiro ano sabendo explorar o desejo do telespectador de que “esse”ou “aquele” vire para o determinado candidato. Muitas vezes se viu firulas por parte de Lulu Santos e Carlinhos Brown. Cenas para se usar na edição. Coisas que não se viam em edições anteriores.

Podemos dizer que os caras estão mais “escolados” e também com uma estratégia melhor definida, já que eles já sabem exatamente como “a banda toca”. Outra boa experimentação foi a troca de Miah Melo por Fernandinha Souza. Ela estava vestindo a camisa do programa de um jeito incrível. O carisma da atriz e a segurança durante as entrevistas com os candidatos surpreendeu a quem assistia. Na coletiva de imprensa, Fernandinha disse que sonhava em fazer aquilo. Podemos dizer que nesses sonhos ela conseguiu treinar e veio praticamente pronta para o posto.

Apesar da troca de cadeiras, ficou muito claro a preferencia dos concorrentes por Lulu Santos e Claudia Leitte. Mas, Daniel e Brown estão montando com a cabeça os seus times para garantir bons resultados nas etapas que estão por vir. A nova temporada estreou com 28 pontos no Rio de Janeiro e 21 em São Paulo. São oito (RJ) e cinco (SP) pontos a mais que a média da semana anterior da emissora que exibia na faixa “A Grande Família” e “O Rebu”. Porém, não bateu a estreia da segunda temporada: 24 e 30 (São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente).

THE VOICE BRASIL
Todas as quintas-feiras
Depois de “Império”
Na TV Globo

O apresentador da atração, Tiago Leifert. (Divulgação / TV Globo)

O apresentador da atração, Tiago Leifert. (Divulgação / TV Globo)

Continue lendo
Clique para comentar

Deixe um reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Matérias Especiais

Como a reforma tributária de Trump pode impactar os imigrantes indocumentados

Crianças indocumentadas não poderão mais receber os créditos gerados pela declaração de imigrantes que possuem ITIN.

Publicado

em

Reprodução Internet

DA REDAÇÃO COM INFORMAÇÕES DA NBC – A reforma tributária aprovada pela Câmara e agora pelo Senado incluem benefícios ligeiramente mais generosos para os pais americanos. A menos que seus filhos sejam imigrantes indocumentados.

Atualmente, os não-cidadãos que pagam impostos usando um Número de Identificação do Contribuinte Individual, ou ITIN, podem solicitar o crédito fiscal para crianças, o que dá mais de US$ 1.000 por criança menor de 17 anos. No ano fiscal de 2013, de acordo com o Government Accountability Office, 4,4 milhões de declarantes do ITIN alegaram créditos fiscais para crianças no valor de US$ 6 bilhões.

Segundo as versões da Camara e do Senado do projeto fiscal republicano, quem possui ITIN – a maioria dos indocumentados – precisariam fornecer números de Social Security para cada criança para reivindicar a parte reembolsável do crédito, que entra quando o crédito excede responsabilidade fiscal total do depositante.

A versão do Senado exigiria um número de Seguro Social para o crédito regular também.

De acordo com Samantha Vargas Poppe, do grupo de advocacia latino UnidosUS, a mudança vai impactar diretamente milhões de crianças indocumentadas. Mas isso poderia também alcançar os nascidos cujos irmãos não-cidadãos já não são elegíveis para o crédito. Esse impacto na renda afetaria toda a família.

“Esses créditos mantém essas pessoas longe da linha da pobreza”, diz Poppe.

“Isso aqui não é um lugar para a aplicação da imigração. São apenas crianças”.

Os imigrantes indocumentados e seus empregadores pagaram cerca de US$ 13 bilhões em impostos sobre folha de pagamento em 2010, o ano mais recente para o qual a Administração da Segurança Social divulgou números. Muitos também pagam impostos sobre a segurança social, impostos sobre vendas e impostos sobre a propriedade, mas não são elegíveis para a maioria dos programas federais, incluindo Social Security, Medicare, Medicaid ou subsídios para os benefícios da Lei de Affordable Care.

Para os cidadãos dos EUA, a conta da Câmara aumenta o valor do crédito fiscal para crianças de US$ 1.000 a US$ 1.600. A lei do Senado dobra-o para US$ 2.000. Ambas as contas aumentam o limite de renda no qual os contribuintes serão elegíveis para reivindicá-lo.

Além disso, o projeto de lei da Câmara reforça as regras do Crédito Tributário de Ganho de Renda, de tal maneira que os imigrantes cobertos pelo DACA não poderão mais receber o crédito quando a autorização de trabalho expirar.

A administração Trump anunciou em setembro sua decisão de encerrar o programa, o que significa que esses imigrantes perderão seu status protegido nos próximos anos, a menos que o Congresso intervenha.

O projeto da Câmara também exigiria um número de Social Security para o Crédito Tributário (American Opportunity Tax Credit), que vale 2.500 dólares anualmente para os primeiros quatro anos de despesas de educação superior. Em 2013, os depositantes do ITIN reivindicaram US$ 204 milhões através deste crédito.

O projeto de lei do Senado não altera esses créditos.

Os conservadores há muito buscam essas restrições, o que eles dizem serem necessárias para se proteger contra a fraude fiscal.

O Centro de Estudos de Imigração também argumentou que permitir que os imigrantes indocumentados recebam créditos fiscais reembolsáveis ​​viola as disposições das reformas de bem-estar de 1996 que proíbem os imigrantes indocumentados de receberem mais benefícios federais.

Luke Messer, um representante republicano de Indiana, introduziu uma legislação que eliminaria a elegibilidade do crédito fiscal para filho de depositantes do ITIN no início deste ano.

“Não podemos continuar a recompensar as pessoas que vêm ilegalmente para o nosso país, enquanto aqueles que trabalham duro e lutam pelas regras, lutam para avançar”, disse ele em um comunicado de imprensa em outubro, em prol da inclusão do projeto de lei em medidas de reforma tributária.

Os democratas e uma longa lista de grupos de defesa dos direitos dos imigrantes se opuseram contra a medida, dizendo que aumentará a pobreza infantil.

Continue lendo

Matérias Especiais

Amazon estaria com um pezinho na indústria farmacêutica

A empresa tem tido conversas com empresas do seguimentos e estaria com uma estratégia pronta para atuar.

Publicado

em

(Reprodução)

DA REDAÇÃO – Uma das maiores empresas de varejo do mundo está querendo entrar para a indústria farmacêutica. The Verge informa que a Amazon está numa conversa de alto nível com a representantes da industria farmacêutica no que diz respeito a prescrição de medicamentos.

Uma fonte anônima disse que a Amazon tem tido conversas regulares com Mylan e The Sandoz. Uma nota do banco Leerink confirma que o encontro entre as duas companhias aconteceu realmente. Tanto a Mylan quando a The Sandoz são grandes empresas da indústria de medicamentos genéricos.

Esta é a primeira vez que a Amazon expressa o interesse em entrar na área da saúde. No início do ano, surgiram informações de que ela estaria contratando pessoal para ajudá-la a entrar no ramo de seguro de saúde, e a companhia teria uma licença para vender equipamentos médicos.

As primeiras notícias não deixam claro qual seria o verdadeiro ramo de atuação da Amazon. É possível que ela vá trabalhar como a venda de “atacado” de medicamentos, vendendo em grande quantidade para empresas ou simplesmente como uma loja de varejo.

A entrada da Amazon na indústria de planos de saúde poderia ocasionar algumas mudanças na área. Afinal de contas, a companhia mexeu com as lojas tradicionais de varejo e as livrarias, mas representantes da Sandoz dizem que não esperam que a Amazon cause algum impacto significativo no negócio.

Outras empresas são céticos sobre a entrada da Amazon nesse ramo.

Na mais recente convenção da Forbes Healthcare, o CEO da Walgreens, Stefano Pessina, disse que acredita que as regulações e a complexidade da indútria farmacêutica podem ser muito maiores dos que a Amazon possa imaginar.

“Eu acredito que eles não vão entrar numa indústria tão complicada como a nossa indústria”, disse Pessina. “Eu acredito que no final eles vão usar a tecnologia deles num outro caminho”, finalizou.

As informações são da Digital Trends.

 

Continue lendo

Matérias Especiais

Homem com tatuagem “Não ressuscitar” entra no ER. Médicos de Miami não sabiam o que fazer!

A tatuagem era realmente a representação do que o paciente deseja? Isso é legalmente correto? O caso foi publicado numa revista médica.

Publicado

em

Foto do paciente com a tatuagem assinada pelo paciente. (Reprodução)

MIAMI, FL – Os médicos de Miami se viram numa situação ética bem fora do comum quando um homem inconsciente foi trazido até a emergência com as palavras “Não Ressuscitar” tatuada no peito.

O homem de 70 anos foi levado meses antes ao Jackson Memorial Hospital, onde os médicos fizeram a descoberta: a tatuagem parece ser o último desejo dele. A palavra “não” estava sublinhada e a tatuagem incluía uma assinatura.

Isso deixou a equipe médica em uma “sinuca de bico” com questões médicas, éticas e legais.

A tatuagem era realmente a representação do que o paciente deseja? Isso é legalmente correto? Eles deveriam honrar esse aviso?

O caso veio à tona com detalhes na edição desta quinta-feira (29) do “New England Journal of Medicine”, que deixou os medicos com ainda mais questões.

“Essa tatuagem desse paciente trouxe muito mais confusão do que clareza, deixando todos preocupados sobre a legalidade e também a crença de que essas tatuagens podem representar lembranças permanentes de arrependimentos feitas em momentos em que a pessoa estava intoxicada”, diz o texto do autor no jornal.

Gregory Holt, o autor do texto, disse em uma entrevista que “muita gente da área deve ter feito muita piada sobre uma possível tatuagem como essa, e quando você finalmente vê uma, é tanta surpresa e choque na sua cara! E aí, o choque pega você de novo porque você tem que realmente pesar à respeito disso e tomar uma decisão!”

Holti disse que o paciente, que tem um histórico de doença pulmonar, vivia com um serviço médico em domicílio mas ele foi encontrado drogado e inconsciente em uma rua e levado até o Jackson Memorial.

Ele chegou sem identificação, sem familia ou amigos e não havia nenhuma forma de dizer aos médicos se ele queria viver ou morrer. Holt disse que o paciente tinha uma infecção que o levou a um choque séptico, causando falha de alguns órgãos e queda extrema da pressão sanguínea.

Quando a pressão dele começou a cair, os médicos da emergência chamaram Holt que é especialista em doenças pulmonares – e eles, primeiramente, concordaram em não seguir o que estava dizendo a tatuagem, “invocando o princípio de não escolher algo irreversível quando existe ainda exista ainda uma incerteza”, disse o médico no estudo do caso.

Eles deram injeções intravenosas com antibióticos e medicação para a pressão sanguínea para dar mais tempo à eles decidirem sobre a questão de vida ou morte.

A equipe colocou uma máscara de ar no homem mas lutaram muito para ligá-lo ao respirador artificial.

“Nós temos um homem que não pode falar”, disse Holt ao The Washing Post, “e eu realmente queria falar com ele para saber se a tatuagem realmente refletia o que ele queria como seu último desejo”.

O estado da Flórida requer que ordens para não reanimar o paciente seja impressa num papel amarelo e assinada por um médico. Por conta disso a equipe médica chamou um consultor especialista em ética para discutir os aspectos legais da tatuagem.

Segundo Holt, o especialista determinou que os médicos não deveriam ser tão pragmáticos e poderiam presumir que a tatoo seria sim uma reflexão apurada sobre os últimos desejos do paciente.

Assim, os medicos seguiram a ordem de DNR (Do Not Resuscitate) do paciente que morreu na manhã seguinte. “Ele parecia muito sério sobre isso. Mas também parece que ele não acreditava muito que isso um dia fosse responsável por definir o seu fim de vida. Pra mim, isso significa que precisamos de um sistema melhor”, concluiu Holt.

“Um sistema para que as pessoas realmente consigam deixar claro seus desejos – e se esses são realmente os seus desejos – assim nós não vamos fazer coisas erradas para eles numa emergência, como quando um homem como esse chega no ER inconsciente”, finalizou.

Continue lendo
Publicidade

CANAL DO PS NO YOUTUBE

TWITTER DO PS

MAIS LIDAS