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Irandhir Santos ainda é lembrado por “Amores Roubados”

Zelão começa a ganhar a simpatia do público na reta final de “Meu Pedacinho de Chão”.

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Zelão ( Irandhir Santos) e Juliana ( Bruna Linzmeyer)
Irandhir foi João em "Amores Roubados" e é o Zelão de "Meu Pedacinho de Chão" (TV Globo)

Irandhir foi João em “Amores Roubados” e é o Zelão de “Meu Pedacinho de Chão” (TV Globo)

Quem pensa que um personagem morre facilmente quando surge um novo está completamente enganado. Está aí o exemplo de Nazaré Tedesco que persegue a atriz Renata Sorrah até os dias de hoje, mesmo ela fazendo uma personagem completamente nova em “Geração Brasil”. Ou ainda, Carminha de Adriana Esteves que promete ser um “carma” – com o perdão do trocadilho – na vida da atriz pelos próximos anos.

Isso acontece com os homens também. No caso, com Irandhir Santos, o Zelão de “Meu Pedacinho de Chão”, que no início do ano foi o João de “Amores Roubados”. “A máscara do personagem é muito forte. Eu recebi abordagens do tipo: ‘como é que você fez isso com o Cauã?’. Esse é um tipo de relacionamento e de aproximação que eu nunca tive. É mais íntima. Mais próxima”, contou o ator em conversa com o nosso site. Porém, a grande dúvida é sobre o final do personagem que ficou em aberto. “Muita gente perguntou como é que terminou. Acho que a versão do George [Moura, o autor] pro personagem em deixar em aberto não é muito recorrente na nossa televisão. Você deixar um personagem aberto é provocar as pessoas que estão do outro lado da telinha a continuar aquela história”, filosofa Irandhir.

No livro, João tem um final definido. Ele se torna um simples comerciante, existe o crime, mas não há castigo. “Sabe quantas cartas que a Globo recebeu querendo saber do final do João? Foram muitas. Todos queriam saber, mas queriam algum tipo de punição também que é alguma coisa curiosa a se pensar: que os vilões precisam de algum tipo de punição para saciar as maldades”, comenta. Porém, Irandhir é enfático: “Eu gostei da maneira como ele terminou”

MEU PEDACINHO DE CHÃO
A nova personagem de Irandhir, em “Meu Pedacinho de Chão” conquistou o público. Existe torcida para um final feliz para Zelão, que começou vilão e agora ganha a simpatia dos telespectadores a cada capítulo da fábula no ar. Irandhir conta que a direção de Luis Fernando Carvalho fez toda a diferença para a composição do personagem. “É o elemento surpresa que o Luis utiliza. E isso é assustador para muitos e estimulantes pra outros. Pra mim Luis é estimulo. Todos os dias eu recebo estímulos dele. A gente é bombardeado por um novo elemento na hora e temos que transformar aquilo a nosso favor. Ele tira o ator da mesmice e esse é o grande objetivo dele”, explica o ator. “A partir do momento que entramos naquele portal, somos acometidos das mais variadas surpresas”, conta se referindo a entrada da cidade cenografica de “Meu Pedacinho de Chão”.

Zelão ( Irandhir Santos)  e Juliana ( Bruna Linzmeyer)

Zelão ( Irandhir Santos) e Juliana ( Bruna Linzmeyer)

Foi nos vários meses de workshop dentro de um galpão que ele e todos os outros atores conseguiram moldar o sotaque caipira que se tornou a marca registrada da trama de Benedito Rui Barbosa. “Em cima do texto do Benedito que já traz muito disso e nos coloca a par desse universo. Tivemos que trazer o sotaque caipira para o mundo fantástico. Nós fomos até a raiz do sotaque do interior e depois trazemos para o mundo fantástico pra poder brincar ainda mais com isso”

O que o diretor faz com os atores em cena remete muito os atores ao mundo do teatro e do cinema, como explica o ator ao nosso site. “A abordagem do Luis [Fernando Carvalho] me lembravam muito os meus ensaios de teatro. Tivemos dois meses de preparação onde trabalhamos muito corpo e voz e isso me lembra muito o teatro. O set do Luis me lembra muito um set de cinema. Uma única câmera, que é forte. Levamos um tempo pra encontrar a atmosfera do que é a cena e isso me leva para o set de cinema”, detalha.

Ouça a entrevista com Irandhir:

 

 

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Como a reforma tributária de Trump pode impactar os imigrantes indocumentados

Crianças indocumentadas não poderão mais receber os créditos gerados pela declaração de imigrantes que possuem ITIN.

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DA REDAÇÃO COM INFORMAÇÕES DA NBC – A reforma tributária aprovada pela Câmara e agora pelo Senado incluem benefícios ligeiramente mais generosos para os pais americanos. A menos que seus filhos sejam imigrantes indocumentados.

Atualmente, os não-cidadãos que pagam impostos usando um Número de Identificação do Contribuinte Individual, ou ITIN, podem solicitar o crédito fiscal para crianças, o que dá mais de US$ 1.000 por criança menor de 17 anos. No ano fiscal de 2013, de acordo com o Government Accountability Office, 4,4 milhões de declarantes do ITIN alegaram créditos fiscais para crianças no valor de US$ 6 bilhões.

Segundo as versões da Camara e do Senado do projeto fiscal republicano, quem possui ITIN – a maioria dos indocumentados – precisariam fornecer números de Social Security para cada criança para reivindicar a parte reembolsável do crédito, que entra quando o crédito excede responsabilidade fiscal total do depositante.

A versão do Senado exigiria um número de Seguro Social para o crédito regular também.

De acordo com Samantha Vargas Poppe, do grupo de advocacia latino UnidosUS, a mudança vai impactar diretamente milhões de crianças indocumentadas. Mas isso poderia também alcançar os nascidos cujos irmãos não-cidadãos já não são elegíveis para o crédito. Esse impacto na renda afetaria toda a família.

“Esses créditos mantém essas pessoas longe da linha da pobreza”, diz Poppe.

“Isso aqui não é um lugar para a aplicação da imigração. São apenas crianças”.

Os imigrantes indocumentados e seus empregadores pagaram cerca de US$ 13 bilhões em impostos sobre folha de pagamento em 2010, o ano mais recente para o qual a Administração da Segurança Social divulgou números. Muitos também pagam impostos sobre a segurança social, impostos sobre vendas e impostos sobre a propriedade, mas não são elegíveis para a maioria dos programas federais, incluindo Social Security, Medicare, Medicaid ou subsídios para os benefícios da Lei de Affordable Care.

Para os cidadãos dos EUA, a conta da Câmara aumenta o valor do crédito fiscal para crianças de US$ 1.000 a US$ 1.600. A lei do Senado dobra-o para US$ 2.000. Ambas as contas aumentam o limite de renda no qual os contribuintes serão elegíveis para reivindicá-lo.

Além disso, o projeto de lei da Câmara reforça as regras do Crédito Tributário de Ganho de Renda, de tal maneira que os imigrantes cobertos pelo DACA não poderão mais receber o crédito quando a autorização de trabalho expirar.

A administração Trump anunciou em setembro sua decisão de encerrar o programa, o que significa que esses imigrantes perderão seu status protegido nos próximos anos, a menos que o Congresso intervenha.

O projeto da Câmara também exigiria um número de Social Security para o Crédito Tributário (American Opportunity Tax Credit), que vale 2.500 dólares anualmente para os primeiros quatro anos de despesas de educação superior. Em 2013, os depositantes do ITIN reivindicaram US$ 204 milhões através deste crédito.

O projeto de lei do Senado não altera esses créditos.

Os conservadores há muito buscam essas restrições, o que eles dizem serem necessárias para se proteger contra a fraude fiscal.

O Centro de Estudos de Imigração também argumentou que permitir que os imigrantes indocumentados recebam créditos fiscais reembolsáveis ​​viola as disposições das reformas de bem-estar de 1996 que proíbem os imigrantes indocumentados de receberem mais benefícios federais.

Luke Messer, um representante republicano de Indiana, introduziu uma legislação que eliminaria a elegibilidade do crédito fiscal para filho de depositantes do ITIN no início deste ano.

“Não podemos continuar a recompensar as pessoas que vêm ilegalmente para o nosso país, enquanto aqueles que trabalham duro e lutam pelas regras, lutam para avançar”, disse ele em um comunicado de imprensa em outubro, em prol da inclusão do projeto de lei em medidas de reforma tributária.

Os democratas e uma longa lista de grupos de defesa dos direitos dos imigrantes se opuseram contra a medida, dizendo que aumentará a pobreza infantil.

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Amazon estaria com um pezinho na indústria farmacêutica

A empresa tem tido conversas com empresas do seguimentos e estaria com uma estratégia pronta para atuar.

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DA REDAÇÃO – Uma das maiores empresas de varejo do mundo está querendo entrar para a indústria farmacêutica. The Verge informa que a Amazon está numa conversa de alto nível com a representantes da industria farmacêutica no que diz respeito a prescrição de medicamentos.

Uma fonte anônima disse que a Amazon tem tido conversas regulares com Mylan e The Sandoz. Uma nota do banco Leerink confirma que o encontro entre as duas companhias aconteceu realmente. Tanto a Mylan quando a The Sandoz são grandes empresas da indústria de medicamentos genéricos.

Esta é a primeira vez que a Amazon expressa o interesse em entrar na área da saúde. No início do ano, surgiram informações de que ela estaria contratando pessoal para ajudá-la a entrar no ramo de seguro de saúde, e a companhia teria uma licença para vender equipamentos médicos.

As primeiras notícias não deixam claro qual seria o verdadeiro ramo de atuação da Amazon. É possível que ela vá trabalhar como a venda de “atacado” de medicamentos, vendendo em grande quantidade para empresas ou simplesmente como uma loja de varejo.

A entrada da Amazon na indústria de planos de saúde poderia ocasionar algumas mudanças na área. Afinal de contas, a companhia mexeu com as lojas tradicionais de varejo e as livrarias, mas representantes da Sandoz dizem que não esperam que a Amazon cause algum impacto significativo no negócio.

Outras empresas são céticos sobre a entrada da Amazon nesse ramo.

Na mais recente convenção da Forbes Healthcare, o CEO da Walgreens, Stefano Pessina, disse que acredita que as regulações e a complexidade da indútria farmacêutica podem ser muito maiores dos que a Amazon possa imaginar.

“Eu acredito que eles não vão entrar numa indústria tão complicada como a nossa indústria”, disse Pessina. “Eu acredito que no final eles vão usar a tecnologia deles num outro caminho”, finalizou.

As informações são da Digital Trends.

 

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Homem com tatuagem “Não ressuscitar” entra no ER. Médicos de Miami não sabiam o que fazer!

A tatuagem era realmente a representação do que o paciente deseja? Isso é legalmente correto? O caso foi publicado numa revista médica.

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Foto do paciente com a tatuagem assinada pelo paciente. (Reprodução)

MIAMI, FL – Os médicos de Miami se viram numa situação ética bem fora do comum quando um homem inconsciente foi trazido até a emergência com as palavras “Não Ressuscitar” tatuada no peito.

O homem de 70 anos foi levado meses antes ao Jackson Memorial Hospital, onde os médicos fizeram a descoberta: a tatuagem parece ser o último desejo dele. A palavra “não” estava sublinhada e a tatuagem incluía uma assinatura.

Isso deixou a equipe médica em uma “sinuca de bico” com questões médicas, éticas e legais.

A tatuagem era realmente a representação do que o paciente deseja? Isso é legalmente correto? Eles deveriam honrar esse aviso?

O caso veio à tona com detalhes na edição desta quinta-feira (29) do “New England Journal of Medicine”, que deixou os medicos com ainda mais questões.

“Essa tatuagem desse paciente trouxe muito mais confusão do que clareza, deixando todos preocupados sobre a legalidade e também a crença de que essas tatuagens podem representar lembranças permanentes de arrependimentos feitas em momentos em que a pessoa estava intoxicada”, diz o texto do autor no jornal.

Gregory Holt, o autor do texto, disse em uma entrevista que “muita gente da área deve ter feito muita piada sobre uma possível tatuagem como essa, e quando você finalmente vê uma, é tanta surpresa e choque na sua cara! E aí, o choque pega você de novo porque você tem que realmente pesar à respeito disso e tomar uma decisão!”

Holti disse que o paciente, que tem um histórico de doença pulmonar, vivia com um serviço médico em domicílio mas ele foi encontrado drogado e inconsciente em uma rua e levado até o Jackson Memorial.

Ele chegou sem identificação, sem familia ou amigos e não havia nenhuma forma de dizer aos médicos se ele queria viver ou morrer. Holt disse que o paciente tinha uma infecção que o levou a um choque séptico, causando falha de alguns órgãos e queda extrema da pressão sanguínea.

Quando a pressão dele começou a cair, os médicos da emergência chamaram Holt que é especialista em doenças pulmonares – e eles, primeiramente, concordaram em não seguir o que estava dizendo a tatuagem, “invocando o princípio de não escolher algo irreversível quando existe ainda exista ainda uma incerteza”, disse o médico no estudo do caso.

Eles deram injeções intravenosas com antibióticos e medicação para a pressão sanguínea para dar mais tempo à eles decidirem sobre a questão de vida ou morte.

A equipe colocou uma máscara de ar no homem mas lutaram muito para ligá-lo ao respirador artificial.

“Nós temos um homem que não pode falar”, disse Holt ao The Washing Post, “e eu realmente queria falar com ele para saber se a tatuagem realmente refletia o que ele queria como seu último desejo”.

O estado da Flórida requer que ordens para não reanimar o paciente seja impressa num papel amarelo e assinada por um médico. Por conta disso a equipe médica chamou um consultor especialista em ética para discutir os aspectos legais da tatuagem.

Segundo Holt, o especialista determinou que os médicos não deveriam ser tão pragmáticos e poderiam presumir que a tatoo seria sim uma reflexão apurada sobre os últimos desejos do paciente.

Assim, os medicos seguiram a ordem de DNR (Do Not Resuscitate) do paciente que morreu na manhã seguinte. “Ele parecia muito sério sobre isso. Mas também parece que ele não acreditava muito que isso um dia fosse responsável por definir o seu fim de vida. Pra mim, isso significa que precisamos de um sistema melhor”, concluiu Holt.

“Um sistema para que as pessoas realmente consigam deixar claro seus desejos – e se esses são realmente os seus desejos – assim nós não vamos fazer coisas erradas para eles numa emergência, como quando um homem como esse chega no ER inconsciente”, finalizou.

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