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Michael Bay faz charme e diz que não vai produzir novo “Transformers”

Conversamos com exclusividade com os atores Jack Reyner, Nicola Peltz e Michael Bay em passagem deles pelo Rio de Janeiro.

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Michael Bay, o diretor de Transformers (Photo Rio News)
Michael Bay, o diretor de Transformers (Photo Rio News)

Michael Bay, o diretor de Transformers (Photo Rio News)

Um dos maiores diretores de cinema do mundo esteve no Rio de Janeiro para a divulgação do quarto filme da franquia “Transformers: A Era da Extinção”. Michael Bay conversou com os jornalistas em uma conferência de imprensa no Copacabana Palace , além de posar para fotos ao lado do casal de estreantes no cinema Nicola Peltz e Jack Reyner, e também do produtor Lorenzo Di Bonaventura. Durante a entrevista, Michael falou da possibilidade de não dirigir mais um filme da franquia. “É muito dificil, extenuante, cansativo. Vocês realmente não sabem o que é realizar um filme como este. Tantos problemas, adversidades e desafios. É bastante complicado”, disse o diretor. “Não sei se vou fazer um quinto filme”, disse o diretor durante conversa exclusiva com o nosso site.

O casal de estreantes Jack Reyner e Nicola Peltz no encontro com a imprensa no Rio de Janeiro (Photo Rio News)

O casal de estreantes Jack Reyner e Nicola Peltz no encontro com a imprensa no Rio de Janeiro (Photo Rio News)

Michael também comentou que apostou todas as fichas no filme e a Paramount topou a brincadeira. “Eles ficam com a maior fatia da grana. Mas eu apostei a minha vida nesse filme e agora eles vão ter que me pagar”, brincou. Os dois atores, que estreiam no cinema como protagonistas ao lado de Mark Whalberg, estavam mais contidos. Jack, durante o “photo call”, deu uma de fotógrafo e fez questão de fazer uma foto dos profissionais que estavam enfileirados registrando o momento.

Ele está encantado com a cidade. “Minha primeira vez aqui. Quero muito ir ao Vidigal que me disseram que é a vista mais linda do Rio de Janeiro. Quero conhecer uma pousada de um amigo americano que, infelizmente, foi assassinado há poucos dias. Gosto muito de conhecer esses costumes locais e interagir com a população. Sei que existem alguns riscos dependendo do horário, mas também sei que o povo é acolhedor e deve me receber bem”, comentou o ator em conversa exclusiva com o site. Já Nicola Peltz está na cidade pela segunda vez. A primeira foi um presente do pai, um bilionário americano que deu um pacote de seis dias para que ela conhecesse o Rio e Angra dos Reis ao lado de algumas amigas. “É tudo muito lindo. Adoro esse lugar”, comentou Nicola.

Durante a entrevista exclusiva que fizemos com o casal de protagonistas, Nicola e Jack brincaram ao comentarem sobre o que eles estavam ouvindo. “Eu adoro Beyoncé e Rihanna”, disse Nicola. Já Jack foi um pouco mais cult e disse gostar de Pink Floid. Nesse momento, Nicola fez questão de interrompê-lo para confessar as preferências do amigo: “Ele gosta mesmo é do One Direction e do Justin Bieber. Ele tem todos os discos deles!”, entregou a loira e linda atriz. Restou a Jack entrar na brincadeira: “Ok! Você me entregou: eu amo o Harry Styles e quero que ele seja meu marido!”

Muitos risos durante os pouco mais de seis minutos que tivemos de bate-papo e que em breve vocês conferem aqui no site.

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“Tim Maia – Não Há Nada Igual”: a genialidade e o drama do síndico do soul nacional

A cinebiografia assinada por Mauro Lima é dramática e mostra um lado diferente do que estamos acostumados de ver nos vídeos do YouTube ou nas matérias de arquivo na televisão.

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Cartaz: Tim Maia - Não há nada igual
Cartaz: Tim Maia - Não há nada igual

Tim Maia em cartaz nos cinemas

Se você está se perguntando o que assistir nos cinemas de todo o país, este site te recomenda assistir “Tim Maia – Não Há Nada Igual”. Mas, por favor se desprenda de seus preceitos e preconceitos. Tente não se incomodar com os palavrões que o síndico sempre falou ou com a sua falta de “regras”.

Sebastião Rodrigues Maia viveu a vida como quis e isso é para poucos. Que fique claro que isso não significa que pintar e bordar como alguém que prova melado pela primeira vez. Por mais “vida louca” que ele fosse, sempre existiu um desejo: ser um cantor famoso. Vida, aliás, muito bem retratada.

Diferente do que se pode imaginar da cinebiografia de um ícone da música nacional, o longa não retrata a felicidade e as glorias de alguém que chegou ao topo e foi o álbum mais vendido de sua gravadora por anos. E sim o drama, os sofrimentos e a solidão de alguém que se tem como pior inimigo.

Talvez uma das mais visíveis qualidades deste Tim seja a dedicação. Se ele se drogava, era com afinco, se ele compunha, era com afinco, quando se revoltava com o mundo, era com vontade. Quando cantava, então, por mais fora do tom que tudo estivesse, há uma vontade explicita de estar ali.

O cantor que você vai ver nas telas é, sem sombra de dúvidas, uma pessoa muito mais dilacerada pela vida do que o sorridente artista facilmente encontrado nos vídeos do Youtube. E isso fica bem claro no fim do longa, quando imagens de arquivo do cantor feliz são exibidas. É um contraste de tudo que foi exibido em imperceptíveis 2h30 de duração.

Dirigido por Mauro Lima e com roteiro baseado no livro “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia”, de Nelson Motta, o longa conta os últimos 55 anos da vida do cantor e compositor que revolucionou o soul brasileiro. Robson Nunes e Babu Santana se dividem para viver o carioca nascido no subúrbio do Rio de Janeiro em meados da década de 40. Cauã Reymond, Alinne Moraes, George Sauma, Luis Lobianco, Laila Zaid e Nando Cunha também estão no elenco.

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“O Candidato Honesto” bate recorde no cinema

Filme de Rodrigo Santucci alcança a marca de mais de 5 milhões de reais em arrecadação no primeiro final de semana de exibição nos cinemas.

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Leandro Hassum ladeado por Flavia Garrafa e Luzia Valdetaro, elenco do filme "O Candidato Honesto"
"O Candidato Honesto", abertura recorde em mais de 500 salas de cinema no Brasil.

“O Candidato Honesto”, abertura recorde em mais de 500 salas de cinema no Brasil.

Se nas urnas dois a cada dez eleitores deixaram de votar, no cinema parece que os espectadores resolveram prestigiar o único “Candidato Honesto” do Brasil, Leandro Hassum. O filme que estreou no dia 02 de outubro, teve a maior abertura do cinema nacional neste ano.

Foram mais de 435 mil espectadores de quinta a domingo (02 a 05 de outubro), dia da votação. A comédia de Roberto Santucci bateu nomes como “Maze Runner” e “O Protetor”. A arredarão bateu a marca de 5,5 milhões de reais no período, segundo informações da assessoria de imprensa da Downtown Filmes.

“O Candidato Honesto” é uma comédia rasgada com uma crítica ácida à política brasileira com aquelas piadas que todo mundo faz sobre os políticos e nunca tiveram coragem de registrar no cinema ou na televisão. “Se fosse usar tudo o que a gente rodou daria um filme de umas três horas. Mas muita coisa foi censurada por nós mesmos”, comentou Leandro no lançamento, se referindo às muitas piadas e situações que não “caberiam” no filme.

O longa está em cartaz em  538 salas do circuito nacional, o filme é uma coprodução da Paramount com distribuição da Downtown Filmes e Paris Filmes. “O Candidato Honesto” conta a história sobre um presidenciável corrupto que, contra sua própria vontade, acorda um dia e só consegue falar a verdade. Leandro Hassum admitiu se tratar de uma homenagem à Jim Carrey, de quem é fã, e protagonista de “O Mentiroso”.

 

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Flávia Reis faz onze mulheres neuróticas nos palcos do Rio

A peça “Neurótica” reestreia dia 04 de setembro no Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura

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Fernanda, a cerimonialista neurótica que foi parar no "Zorra Total" é uma das personagens de Flávia Reis. (Guilherme Maia/Divulgação)
Fernanda, a cerimonialista neurótica que foi parar no "Zorra Total" é uma das personagens de Flávia Reis. (Guilherme Maia/Divulgação)

Fernanda, a cerimonialista neurótica que foi parar no “Zorra Total” é uma das personagens de Flávia Reis. (Guilherme Maia/Divulgação)

Você paga um ingresso e vê onze mulheres no palco. Porém, se prepare, tratam-se de mulheres neuróticas, mulheres analisadas por uma terapeuta e que contam histórias e suas neuroses para a plateia. Isso é o que acontece em “Neurótica”, peça idealizada e produzida pela atriz Flávia Reis e que volta ao Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura, no centro do Rio de Janeiro, a partir do dia 04 de setembro, sempre às quintas e sextas, 19h30. A direção é de Márcio Trigo.

Entre tantas mulheres que sobem ao palco, está Fernanda, aquela cerimonialista atrapalhada que abria o “Zorra Total”, na TV Globo, falando ao celular e se dividindo entre a mãe, o namorado, o pintor e os empregados. Ela é tão atrapalhada que acabava misturando tudo. Por conta do sucesso nos palcos, Flávia recebeu o convite e levou Fernanda para a televisão. Segundo ela, as pessoas a abordam na rua dizendo que se veem na personagem. “Fico muito satisfeita, é bom rir do ridículo de nossas neuroses”, conta a atriz.

A peça é conduzida pela terapeuta, que funciona como um elo de ligação entre as personagens, “sobem” ao palco uma mulher que perde o próprio carro no estacionamento e uma idosa pessimista que prevê o fim do mundo depois que come um tomate com agrotóxico.

Além do “Zorra”, Flávia também integra o elenco do humoristico do canal “Multishow”, o “Vai que Cola”, que estreia a segunda temporada no próximo dia 01 de setembro. No programa, que conta ainda com Paulo Gustavo no elenco, ela interpreta a muambeiro Marly. “Fiz algumas participações e não quero sair daquela pensão! Marly é apaixonada pelo Méier, uma mulher leve, alto astral, suburbana convicta!”, se diverte a atriz.

SERVIÇO
Teatro Eva Herz – Livraria Cultura
R.Senador Dantas, 45 – Centro – Telefone: 21.3916-2600
Estreia: 04 de setembro de 2014
Temporada: 04 de setembro a 03 de outubro de 2014
Quintas e sextas – às 19h30
Preço: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Duração: 70 minutos
Classificação: 14 anos

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